- STF, em pleno recesso, decretou prisão domiciliar para Filipe Martins e restrição de visitas; decisão atribuída ao ministro Alexandre de Moraes.
- A Polícia Federal esteve na residência dele na manhã de hoje (27), conforme o advogado.
- Martins já utilizava tornozeleira eletrônica há 555 dias e foi condenado a 21 anos e 6 meses pela Primeira Turma do STF.
- Ele integrava o “núcleo 2” da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado.
- Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, ligado ao mesmo núcleo 2, foi preso no Paraguai na sexta-feira (26) ao tentar fugir com passaporte falso.
A direção do STF evidenciou nesta manhã a decretação de prisão domiciliar para Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais no governo. A decisão ocorreu durante o recesso do tribunal e autorizou ainda restrição de visitas à residência. A Polícia Federal esteve no local para cumprir a medida.
Martins já havia sido condenado pelo STF a 21 anos e 6 meses de prisão, fruto da soma de penas em processo que o enquadra no “núcleo 2” da investigação sobre a tentativa de golpe. Ele utiliza tornozeleira eletrônica há cerca de 555 dias, cumprindo cautelares.
A decisão foi anunciada pelo advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, que afirmou que o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão domiciliar. Martins, segundo o comunicado, já cumpre as medidas de monitoramento de forma exemplar.
Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, também integra o núcleo 2. Vasques foi preso no Paraguai na sexta-feira (26) enquanto tentava fugir para El Salvador com passaporte falso. A prisão ocorreu antes da atualização sobre Martins.
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