- A defesa de Jair Bolsonaro pediu prisão domiciliar ao Supremo Tribunal Federal, protocolada na tarde de quarta-feira, dia 31; o ex-presidente está internado desde 24 de dezembro.
- O pedido sustenta razões de saúde, destacando a idade e comorbidades para evitar agravamento de condições clínicas.
- A defesa cita riscos como pneumonia broncoaspiratória, insuficiência respiratória e acidente vascular cerebral.
- Os advogados lembram que, em 22 de dezembro, o ministro Alexandre de Moraes já havia concedido prisão domiciliar ao general Augusto Heleno, que tem Alzheimer.
- Médicos informaram que não conseguiram interromper crises de soluço, mesmo após três procedimentos de paralisação temporária do nervo frênico; Bolsonaro tem esofagite, usa antidepressivos e deverá usar máscara para apneia do sono.
O ex-presidente Jair Bolsonaro teve um pedido de prisão domiciliar apresentado ao Supremo Tribunal Federal pela defesa, protocolado na tarde desta quarta-feira (31). A solicitação ocorre enquanto Bolsonaro permanece internado desde 24 de dezembro.
A defesa afirma que, pela idade e pelas comorbidades já documentadas, a continuidade da internação na Superintendência da Polícia Federal em Brasília pode agravar o quadro de saúde. O pedido pede a substituição da pena pela prisão domiciliar.
Estado de saúde e pedidos judiciais
O documento cita riscos como pneumonia broncoaspiratória, insuficiência respiratória e AVC. A defesa ressalta que a situação de saúde justifica a medida para evitar complicações.
Pouco antes, médicos de Bolsonaro deram entrevista coletiva sobre o estado de saúde do ex-presidente, que permanece internado. Eles mencionaram dificuldades com crises de soluço, apesar de três procedimentos para paralisar temporariamente o nervo frênico.
Entre os diagnósticos, os médicos mencionam esofagite, uso de antidepressivos e necessidade de máscara para apneia do sono. Eles informaram que as crisis de soluço persistem, dificultando o quadro clínico.
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