- O presidente nacional do PT, Edinho Silva, rebateu o editorial da The Economist, dizendo que o incômodo da revista não é com a idade de Lula, e sim com o projeto que ele representa.
- A publicação afirmou que Lula não deveria concorrer à reeleição em 2026 por ter 80 anos.
- Edinho citou conquistas do governo Lula, como a saída do Brasil do mapa da fome e a menor taxa de desemprego da série histórica, e afirmou que Lula é avaliado pelo povo.
- A ministra Gleisi Hoffmann afirmou que Lula é um líder cheio de vitalidade e criticou o texto, dizendo que o país vive crescimento e combate à desigualdade.
- A The Economist comparou Lula a Joe Biden, que desistiu da candidatura à reeleição, argumentando que é arriscado ter alguém tão idoso no poder.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, rebateu um editorial da revista The Economist que sugeria que Lula não deveria concorrer à reeleição em 2026 por conta da idade. Segundo Edinho, a crítica não é sobre a idade, mas sobre o projeto que o ex-presidente representa.
Ele afirmou que, quando faltam argumentos políticos, prevalece o preconceito, e quando faltam dados, surgem narrativas. O ex-prefeito de Araraquara destacou avanços do período do governo Lula, como a não permanência do Brasil no mapa da fome e a menor taxa de desemprego já registrada.
Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, reforçou a defesa de Lula, caracterizando-o como líder com vitalidade e atacando a crítica pela continuidade de um governo que, na avaliação dele, retomou o crescimento econômico e enfrentou desigualdades.
Contexto do editorial
A Economist publicou trecho editorial afirmando que o Brasil tem demonstrado resiliência institucional, mas ainda merece escolhas melhores, sugerindo que Lula deveria abrir mão da candidatura. A reportagem comparou Lula a Joe Biden, que desistiu da corrida pela reeleição, argumentando que a idade torna o cenário arriscado para o Brasil.
A publicação também insinuou que, apesar do talento político, manter alguém com idade avançada no poder seria arriscado para o país. A Economist não apresentou outras consequências específicas, mas citou dúvidas sobre continuidade de políticas em vigor.
As lideranças do PT divulgaram posicionamentos de defesa à candidatura de Lula, destacando resultados históricos do governo anterior. Não houve manifestação oficial de outros setores do partido quanto a mudanças de posição, mantendo o discurso de integridade e continuidade de políticas sociais.
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