- Trump anunciou a retirada da Guarda Nacional de Chicago, Los Angeles e Portland por ora, após decisão judicial que impediu o despliegue em Chicago.
- A Suprema Corte dos Estados Unidos havia bloqueado o envio da Guarda para proteger agentes do ICE, alegando que o presidente não pode enviar tropas a Chicago para esse fim.
- O presidente, de Mar-a-Lago, mencionou pela Truth a possibilidade de retomar o envio, talvez de forma mais agressiva, no futuro.
- Em Los Angeles, a implantação tinha começado em junho; houve oposição do governador da Califórnia, Gavin Newsom, e recursos legais por democratas.
- Chicago registrou reduções em crimes violentos, com quedas em tiroteios e homicídios, e o prefeito Brandon Johnson afirmou que a presença das forças federais foi contestada por considerar desnecessária e inconstitucional.
Trump retirou temporariamente a atuação da Guarda Nacional em Chicago, Los Angeles e Portland. A decisão ocorre após obstáculos judiciais que impediram o envio de tropas federais à maior cidade de Illinois. O presidente indicou que poderá reativar o movimento de forma mais contundente no futuro.
A medida foi anunciada pouco antes do fim do ano, a partir de Mar-a-Lago, na Flórida. Em publicação na Truth, plataforma que usa após o veto em outras redes, Trump deixou a possibilidade de retomar envios com maior força caso a criminalidade aumente. Ainda não há detalhamento de novos planos.
A decisão ocorre uma semana após a Suprema Corte bloquear a tentativa de enviar a Guarda Nacional a Chicago para apoiar agentes do ICE. A corte alegou que o presidente não pode deslocar tropas para proteger outras forças em atuação na cidade.
Atrasos legais também envolveram Los Angeles e Portland, onde a presença da Guarda Nacional foi limitada por impedimentos judiciais e questões de constitucionalidade. Em Chicago, o alívio da violência foi apontado pela prefeitura como resultado de cooperação entre autoridades e comunidades.
Contexto judicial
- A Suprema Corte reforçou limites ao uso de tropas federais para ações de imigração, afetando políticas da administração anterior.
- Em Los Angeles, o envio foi associado a protestos e críticas democratas sobre uso militar em cidades, gerando recursos judiciais.
Desdobramentos administrativos
- A Casa Branca já havia enviado cerca de 2.000 militares da Guarda Nacional a Washington, D.C., em momentos de alta criminalidade, conforme dados de polícia.
- No estado da Califórnia, o Departamento de Justiça apresentou recurso para devolver o controle das tropas ao governador, após decisão judicial.
Reação local
- O governador Gavin Newsom indicou oposição à intervenção, citando excessos de poder. Demais autoridades locais acompanharam a disputa jurídica.
- O prefeito de Chicago, Brandon Johnson, chamou a atuação de desnecessária e inconstitucional, destacando reduções nos de crimes após cooperação com forças locais.
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