- O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, mantendo a decisão anterior de indeferimento.
- A defesa não apresentou fatos supervenientes que justificassem a prisão domiciliar humanitária, conforme a decisão.
- O laudo médico aponta que não houve agravamento da saúde de Bolsonaro; houve melhora após cirurgias eletivas.
- Bolsonaro permanece preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, mesmo com a alta hospitalar prevista.
- Carlos Bolsonaro, em rede social, citou a expressão “missão dada, missão cumprida” ao comentar a decisão de Moraes.
O ministro Alexandre de Moraes manteve a decisão de negar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. A análise ocorreu nesta quinta-feira, após avaliação do pedido feito pela defesa com base em condições de saúde apresentadas. O objetivo era permitir que o ex-presidente deixasse a prisão para cumprir o regime domiciliar, o que foi negado.
A decisão sustenta que não houve agravamento do estado de saúde nem fatos supervenientes que justifiquem a medida. O laudo médico apresentado aponta melhora após cirurgias eletivas, não evidenciando necessidade de mudança de cadeia de custódia. Assim, Bolsonaro continua sob custódia da Polícia Federal em Brasília.
Continuidade do regime atual
Bolsonaro permanece preso na Superintendência da PF, em Brasília, mesmo com a alta hospitalar prevista. A internação começou em 24 de dezembro e, segundo o ministro, não houve alterações capazes de modificar os fundamentos da decisão anterior.
Reações e contexto
O episódio teve reação pública de Carlos Bolsonaro, que citou publicamente a expressão “missão dada, missão cumprida” ao comentar a negativa. A defesa do ex-presidente já havia solicitado condições especiais com base no estado de saúde e em precedentes apresentados ao longo do processo.
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