- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à Wall Street Journal que toma uma dose diária de aspirina maior do que a recomendada por seus médicos.
- Ele afirmou que a aspirina ajuda a “afinhar o sangue” para evitar que o sangue fique grosso no coração. A dose indicada pelos médicos é de 81 miligramas, mas ele usa 325 miligramas diariamente para prevenção cardíaca.
- Trump tem 79 anos. O governador anterior Joe Biden, com 82 anos, deixou o cargo de forma recente, após sua candidatura ter sido questionada.
- O tema de saúde do presidente ganhou destaque após contusões nas mãos e um exame de ressonância magnética (MRI) realizado em outubro, cujo uso foi divulgado pela Casa Branca como preventivo.
- Sobre o exame de imagem, Trump e o médico dele, Sean Barbabella, disseram à reportagem que foi feito uma tomografia computadorizada (CT) para afastar definitivamente qualquer problema cardiovascular, sem revelar anormalidades.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista ao Wall Street Journal que toma uma dose diária de aspirina maior do que a indicada por seus médicos. A declaração foi publicada no jornal na quinta-feira.
Trump, de 79 anos, já havia sido tema de atenção médica nos últimos meses devido a hematomas observados nas mãos e a um exame de ressonância magnética (MRI) feito em outubro, segundo o acervo de reportagens da Reuters.
De acordo com o médico do presidente, Sean Barbabella, Trump consome 325 miligramas de aspirina diariamente para prevenção cardíaca. A aspirinoterapia de longo prazo pode reduzir risco de ataque cardíaco ou derrame em pessoas com mais de 60 anos, conforme Mayo Clinic.
A Casa Branca informou que os hematomas resultam de Trump ter apertado muitas mãos em eventos públicos, enquanto o MRI foi classificado como preventivo. Em resposta a questionamentos sobre o exame, o médico afirmou que, na verdade, foi feito um CT para descartar problemas cardiovasculares.
Barbabella explicou que a equipe médica optou pela CT para confirmar a ausência de alterações cardíacas, e o resultado não mostrou anormalidades. A residência oficial não trouxe novas informações sobre uma possível razão clínica para a dosagem superior à recomendação.
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