- Defesa de Jair Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal providências para reduzir o barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente cumpre pena de vinte e sete anos e três meses.
- Advogados apontam que o aparelho fica ao lado da janela, sem vedação adequada, e sugerem solução como adequação do equipamento, isolamento acústico, mudança de layout ou outra medida equivalente.
- Alega-se que o ruído contínuo não é apenas desconforto, mas perturbação à saúde e à integridade do preso, criando ambiente incompatível com repouso mínimo.
- Bolsonaro está na PF desde vinte e dois de novembro de dois mil e vinte‑cinquentos e cinco; ele havia sido internado no Hospital DF Star para procedimentos e recebeu alta em primeiro de janeiro, retornando à cela após a negativa de prisão domiciliar.
- A defesa reforça o dever do Estado de custódia em condições dignas e humanizadas, conforme o pedido encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes.
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que sejam tomadas providências para reduzir o barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão. A reclamação foi apresentada nesta sexta-feira (2).
Segundo a peça, o recinto destinado apresenta ruído contínuo causado pelo equipamento instalado ao lado da janela, sem vedação adequada. Os advogados sugerem soluções como adequação do equipamento, isolamento acústico ou mudança de layout para sanar o incômodo.
A defesa afirma que o barulho ultrapassa o mero desconforto e representa perturbação contínua à saúde e à integridade do preso. A petição ressalta que o ambiente não assegura tranquilidade, repouso e condições mínimas de saúde.
Bolsonaro permanece na sede da Polícia Federal desde 22 de novembro de 2025. O ex-presidente esteve internado no Hospital DF Star, em Brasília, para procedimentos de hérnias e crises de soluços, recebendo alta na quinta-feira (1º) e retornando à cela após o ministro Alexandre de Moraes negar a prisão domiciliar humanitária.
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