- O ex-ministro Geddel Vieira Lima informou ter registrado ocorrência policial após ser agredido durante uma festa de Réveillon no condomínio Interlagos, em Camaçari, Bahia, quando estava com a família.
- Imagens do episódio foram divulgadas pela coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, nesta sexta-feira; ele relatou ter sido imobilizado por trás com um mata-leão e ouvido a frase: “Você tem que morrer, política tem que morrer”.
- Geddel afirmou que procurou o síndico e acionou a polícia; acredita que o agressor era convidado de algum morador e disse que, por ser frequente no local há cerca de trinta anos, precisará de segurança.
- O ex-ministro ocupou cargos no governo de Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer; ficou conhecido pelo caso do que ficou conhecido como “bunker”, com supostos R$ 51 milhões encontrados pela Polícia Federal em dois mil e dezessete.
- Em dois mil e dezenove, o Supremo Tribunal Federal o condenou a quatorze anos e dez meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa, mas a condenação foi anulada em dois mil e vinte e um, e, em dois mil e vinte e dois, o ministro Edson Fachin concedeu liberdade condicional.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) acionou a polícia nesta quinta-feira, 1º, após ser agredido durante uma festa de Réveillon no condomínio Interlagos, em Camaçari (BA). A vítima estava com a família quando foi imobilizada por um homem com um mata-leão. O caso foi registrado na autoridade policial local.
Ele relatou ao portal Metrópoles que foi surpreendido por trás enquanto acomodava-se ao lado de sua esposa. Segundo Geddel, o agressor profere frases que sugerem desejo de violência, e a situação levou o político a buscar ajuda das autoridades e do síndico do condomínio.
A suspeita é de que o agressor seja convidado de algum morador. O ex-ministro afirmou que frequenta o local há cerca de 30 anos e que, diante do episódio, precisará de mais segurança para frequentar eventos na região.
Contexto histórico
Geddel Vieira Lima já ocupou cargos no governo federal, atuando nos governos de Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer. Em 2017, a Polícia Federal localizou um “bunker” com recursos significativos vinculados ao ex-ministro, o que resultou em sua prisão na época.
Em 2019, a Segunda Turma do STF o condenou a 14 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Dois anos depois, a condenação por associação criminosa e a multa de R$ 51 milhões foram anuladas pela maioria do STF. Em fevereiro de 2022, Fachin concedeu liberdade condicional a Geddel.
Fonte: apuração baseada em reportagens da imprensa nacional, incluindo Metrópoles.
Entre na conversa da comunidade