- O vice-líder da oposição na Câmara, deputado Carlos Jordy, afirmou que um impeachment de Alexandre de Moraes seria “uma questão de tempo”.
- Jordy afirmou que Moraes é “extremamente inescrupuloso” e que excede as quatro linhas da Constituição, colocando o processo como natural no futuro.
- Relatos indicam pressões atribuídas a Moraes para favorecer o Banco Central em relação a um contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do magistrado, envolvendo o caso Master.
- Investigações e reportagens recentes apontam possível conflito de interesses e violação de deveres de imparcialidade, segundo as acusações mencionadas. Moraes nega as acusações.
- Conservadores aguardam apoio de setores estratégicos para o impeachment, que estariam se fortalecendo diante das alegações de abusos de autoridade e extrapolação de competência.
Em entrevista à Gazeta do Povo, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), vice-líder da oposição na Câmara, afirmou que, se houver um impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes, a medida é questão de tempo. A declaração foi publicada pela agência de notícias local.
Nos últimos seis anos, o STF, sob Moraes, seria responsável por uma série de ações contestadas, entre inquéritos constitucionais e prisões, além de censura a políticos e usuários de redes sociais. Analistas apontam viés crítico a figuras de direita.
Contexto e desdobramentos
Lideranças conservadoras veem potencial apoio de setores estratégicos caso haja relação entre Moraes e o caso do banco Master, segundo investigações jornalísticas. Há alegações de pressão sobre o Banco Central para favorecer a instituição, que mantém contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do ministro.
Outras informações indicam que o suposto conflito de interesses poderia violar deveres de imparcialidade e reserva institucional. Moraes nega as acusações e sustenta atuação em conformidade com a Constituição.
A visão de Jordy é de que o impeachment seria provável diante de alegações de extrapolação de competência e abusos de autoridade. Segundo ele, a sociedade tem observado decisões que, na avaliação dele, ultrapassam limites constitucionais.
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