- Moraes pediu à Polícia Federal que informe, em cinco dias, as condições do ar-condicionado ao redor da cela de Jair Bolsonaro, preso na sede da PF em Brasília.
- A defesa afirma que o barulho do climatizador não oferece condições mínimas de tranquilidade, repouso e saúde, solicitando ajustes como isolamento acústico ou readequação do equipamento.
- Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
- O ex-presidente passou por dois procedimentos cirúrgicos recentes para tratar soluços e uma hérnia; o pedido de prisão domiciliar foi negado por Moraes.
- O ministro ressalta a possibilidade de tentativa de fuga e, por isso, solicitou as informações à PF para avaliação das condições de custódia.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, pediu à Polícia Federal que forneça informações em até cinco dias sobre as condições do ar-condicionado instalado perto da cela de Jair Bolsonaro, preso na sede da PF em Brasília. O pedido atende a solicitação da defesa do ex-presidente.
Segundo os advogados, o ambiente não oferece condições mínimas de tranquilidade, repouso e saúde. A principal queixa é o barulho gerado pelo climatizador devido à proximidade da cela com o equipamento.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. Ele também passou por duas cirurgias recentes para tratar soluços persistentes e uma hérnia. A defesa já requereu prisão domiciliar, mas Moraes negou.
Detalhes do pedido e contexto
A defesa solicita que sejam adotadas medidas técnicas para corrigir o problema, como adequação do equipamento, isolamento acústico, mudança de layout ou outra solução equivalente, assegurando condições adequadas de repouso.
Moraes já rejeitou o pedido de prisão domiciliar humanitária, alegando riscos de tentativa de fuga. A decisão foi tomada no âmbito do acompanhamento do caso. A PF deve, portanto, esclarecer as condições atuais do ambiente carcerário.
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