- Moraes autorizou a visita de Paulinho da Força e de Felipe Antônio do Espírito Santo a Collor, em prisão domiciliar humanitária, nesta segunda-feira (5), entre 10h e 18h.
- A defesa afirma que a visita tem caráter institucional e humanitário, sem finalidade político-partidária ativa ou midiática.
- Collor recebe tratamento por doença de Parkinson, apneia do sono e transtorno bipolar, respaldando a decisão de prisão domiciliar humanitária tomada em maio de 2025.
- Em relação a Jair Bolsonaro, Moraes manteve a posição de não conceder prisão domiciliar humanitária, argumentando que as prescrições médicas podem ser atendidas na Superintendência da Polícia Federal.
- Paulinho da Força foi relator de proposta na Câmara que pode reduzir a pena de Bolsonaro de 27 anos e três meses para dois anos e quatro meses, vista como possível vitória de seus apoiadores.
A decisão de Moraes envolve a prisão domiciliar humanitária de Fernando Collor e a visita de líderes partidários. O ministro autorizou a visita de Paulinho da Força e Felipe Antônio do Espírito Santo, nesta segunda-feira, em regime de prisão domiciliar.
Collor recebe a visita entre 10h e 18h, em sua residência, conforme pedido da defesa. Os dirigentes do Solidariedade têm relação institucional com o ex-presidente e a visita tem natureza institucional e humanitária, sem finalidade política ativa.
Em maio de 2025, Moraes autorizou a prisão domiciliar humanitária a Collor por doença de Parkinson, apneia do sono e transtorno bipolar. A norma citada prioriza dignidade, saúde e efetividade da Justiça Penal.
Para Jair Bolsonaro, o entendimento divergiu. Moraes apontou que as prescrições médicas podem ser cumpridas na Superintendência da Polícia Federal, com plantão médico 24 horas e acesso total de médicos.
A defesa de Bolsonaro havia pedido prisão domiciliar humanitária, mas teve o pedido negado, com avaliação de risco de fuga após tentativa de abrir a tornozeleira com ferro de solda.
Paulinho da Força foi relator, na Câmara, de proposta que pode reduzir a pena de Bolsonaro de 27 anos e três meses para dois anos e quatro meses. A ideia é vista como potencial ganho político por aliados do ex-presidente.
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