Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moraes impede visita de general que criticou o STF; ex-ministro preso, apuração

Moraes revoga autorização de visita de general Paiva a ex-ministro Nogueira preso, por possível incitação ao crime; autos vão à PGR

Moraes pediu à PGR que investigue suposta incitação ao crime em declarações do general Rocha Paiva. (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ministro Alexandre de Moraes revogou a autorização de visita do general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva ao ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, preso no Comando Militar do Planalto, em Brasília.
  • Nogueira foi condenado a 19 anos de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado; a visita estava marcada para esta terça-feira.
  • Moraes disse que as declarações de Paiva podem configurar crime de incitação ao crime, previsto no código penal, e encaminhou os autos à Procuradoria-Geral da República para análise.
  • O artifício envolve o risco de incitação à animosidade entre as Forças Armadas e os poderes constitucionais, conforme a legislação, com pena prevista de três a seis meses de reclusão ou multa.
  • Paiva já integrou a Comissão de Anistia durante o governo Bolsonaro e, em 2012, declarou dúvidas sobre tortura de Dilma Rousseff, além de ter feito prefácio de livro de Carlos Alberto Brilhante Ustra.

O ministro do STF Alexandre de Moraes revogou na segunda-feira (5) a autorização para a visita do general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva ao ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, preso no Comando Militar do Planalto, em Brasília. A visita estava marcada para terça-feira (6).

Nogueira foi condenado a 19 anos de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado e segue detido no CMP. Moraes afirmou que as declarações de Paiva podem configurar incitação ao crime.

Em virtude de possíveis crimes, o ministro determinou o envio dos autos à Procuradoria-Geral da República para análise de eventual ocorrência. A previsão é apurar se houve incitação, conforme o art. 286 do Código Penal.

O general Rocha Paiva teve participação na Comissão de Anistia durante o governo Bolsonaro. Em 2012, ele disse duvidar da tortura de Dilma Rousseff e atuou no prefácio da 9.ª edição do livro A verdade sufocada.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais