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Advogado compara Bolsonaro a Collor e mira medidas legais contra Moraes

STF nega transferência de Bolsonaro para hospital; defesa anuncia medidas legais após queda no quarto de custódia, com exames solicitados

Jair Bolsonaro, ex-presidente condenado e preso pela trama golpista. Foto: Nelson ALMEIDA / AFP
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  • O STF, em decisão de Alexandre de Moraes, negou a transferência de Jair Bolsonaro para um hospital após relato de queda no quarto onde ele está custodiado pela PF em Brasília.
  • A defesa afirmou que tomará medidas legais cabíveis para assegurar exames médicos, comparando o caso ao de Fernando Collor de Mello, que cumpre prisão domiciliar sob decisão de Moraes.
  • Segundo familiares e advogados, a queda ocorreu na madrugada entre os dias cinco e seis, e a defesa quer que Bolsonaro passe por exames mais detalhados.
  • A Polícia Federal informou, em laudo, que Bolsonaro estava consciente, orientado e sem déficit neurológico, com apenas lesão superficial na face direita e no dedão do pé esquerdo, além de leve desequilíbrio ortostático.
  • Moraes determinou que a defesa indique os exames necessários, a serem realizados no sistema penitenciário, e que a PF junte aos autos o laudo médico; a defesa pediu tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma.

O STF negou o pedido de transferência de Jair Bolsonaro para um hospital após relato de queda no quarto onde está detido na PF em Brasília. A decisão foi publicada em despacho assinado pelo ministro Alexandre de Moraes.

A defesa de Bolsonaro, liderada pelo advogado Paulo Cunha Bueno, afirmou que tomará medidas legais cabíveis. O advogado comparou o caso ao de Collor, que cumpre prisão domiciliar por decisão de Moraes.

Segundo familiares e advogados, o ex-presidente relatou ter caído da cama durante a madrugada entre os dias 5 e 6. A defesa busca exames mais detalhados em hospital de Brasília.

Laudo médico da PF aponta que Bolsonaro estava consciente, sem déficits neurológicos, e com lesões superficiais na face e no pé. O documento indica leve desequilíbrio ortostático, pupilas reativas e mobilidade preservada.

Moraes rejeitou a ida imediata ao hospital, mas concedeu o direito de solicitar exames previamente agendados. O ministro pediu que a PF junte aos autos o laudo do atendimento médico realizado nesta terça.

A defesa afirmou que pretende realizar tomografia, ressonância e eletroencefalograma, desde que os exames sejam indicados com justificativa e agendamento. A PF deve anexar os laudos correspondentes aos autos.

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