- O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou ao hospital DF Star, em Brasília, para fazer exames após cair na cela da Superintendência da Polícia Federal e bater a cabeça.
- O ministro Alexandre de Moraes autorizou a ida ao hospital a pedido da defesa; o deslocamento ocorreu em comboio da Polícia Federal, com Bolsonaro acompanhado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
- A avaliação médica prevê três exames: tomografia do crânio, ressonância magnética do crânio e eletroencefalograma; o relatório anterior indicou que ele estava orientado e sem déficit neurológico.
- O médico afirmou que o trauma é leve e destacou a preocupação com quedas em pessoas de 70 anos.
- Esta é a segunda saída de Bolsonaro desde a prisão, sendo a primeira desde o Natal, quando passou por cirurgia e tratamentos; apoiadores têm pressionado pela prisão domiciliar, posição rejeitada por Moraes.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ao hospital DF Star, em Brasília, para passar por exames após uma queda na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde está preso. A defesa havia solicitado avaliação médica, atendida pelo ministro Alexandre de Moraes.
A queda ocorreu dentro da prisão, quando o ex-presidente bateu a cabeça em um móvel. O relatório da PF encaminhado a Moraes apontou que Bolsonaro estava orientado e sem déficits neurológicos naquele momento.
Moraes autorizou o deslocamento em comboio da PF, mantendo as regras de segurança já usadas em ocorrências anteriores. Bolsonaro é acompanhado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Ao chegar ao hospital, a equipe médica informou a necessidade de três exames: tomografia do crânio, ressonância e eletroencefalograma. O quadro foi classificado como trauma cranioencefálico leve.
A defesa de Bolsonaro tem pedido prisão domiciliar, pedido que ainda não foi autorizado pelo ministro. O ex-presidente tem 70 anos e já havia passado por internação no Natal para cirurgia e tratamento de crises de soluço.
Acompanhando o caso, a deputada Bia Kicis afirmou que apoiadores se mobilizaram para acompanhar Bolsonaro e que o episódio será levado ao Conselho Federal de Medicina para evitar recorrências.
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