- O Conselho Federal de Medicina abriu sindicância para apurar denúncias sobre a garantia de assistência médica a Jair Bolsonaro, preso na carceragem da Polícia Federal.
- A apuração ficará a cargo da representação do CFM no Distrito Federal.
- Segundo a defesa, Bolsonaro caiu da cama e bateu a cabeça; a PF registrou leve traumatismo craniano, contusão em braços e pés, além de tontura e soluços.
- O ex-presidente foi levado a hospital de Brasília na manhã de hoje, com autorização do ministro Alexandre de Moraes.
- O CFM afirma que a situação médica requer monitoramento contínuo e assistência médica com múltiplas especialidades, levando em conta o histórico clínico de alta complexidade de Bolsonaro.
O Conselho Federal de Medicina abriu uma sindicância para apurar denúncias sobre a garantia de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após a queda ocorrida na carceragem da Polícia Federal. A apuração ficará a cargo da representação do CFM no Distrito Federal.
Segundo a defesa, Bolsonaro teria caído da cama enquanto dormia e batido a cabeça em um móvel. A Polícia Federal registrou um leve trauma craniano e contusões nos braços e pés, além de relatos de tontura e soluços.
Bolsonaro foi encaminhado a um hospital de Brasília nesta quarta-feira, com autorização do ministro Alexandre de Moraes. O CFM afirmou que a situação médica requer monitoramento contínuo e atendimento com múltiplas especialidades, incluindo situações de urgência e emergência.
O órgão informou que o ex-presidente possui histórico clínico de alta complexidade, com cirurgias abdominais anteriores e soluços intratáveis, entre outras comorbidades. O comunicado não detalhou as denúncias que originaram a sindicância.
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