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CFM abre sindicância por falta de atendimento médico a Bolsonaro na prisão

Conselho Federal de Medicina abre sindicância para apurar suposta falta de assistência médica a Jair Bolsonaro na prisão após queda; exige monitoramento contínuo e atendimento multidisciplinar

O ex-presidente Jair Bolsonaro condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Foto: Antonio Augusto/STF
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  • O Conselho Federal de Medicina abriu sindicância para apurar denúncias sobre a garantia de assistência médica a Jair Bolsonaro, preso na carceragem da Polícia Federal.
  • A apuração ficará a cargo da representação do CFM no Distrito Federal.
  • Segundo a defesa, Bolsonaro caiu da cama e bateu a cabeça; a PF registrou leve traumatismo craniano, contusão em braços e pés, além de tontura e soluços.
  • O ex-presidente foi levado a hospital de Brasília na manhã de hoje, com autorização do ministro Alexandre de Moraes.
  • O CFM afirma que a situação médica requer monitoramento contínuo e assistência médica com múltiplas especialidades, levando em conta o histórico clínico de alta complexidade de Bolsonaro.

O Conselho Federal de Medicina abriu uma sindicância para apurar denúncias sobre a garantia de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após a queda ocorrida na carceragem da Polícia Federal. A apuração ficará a cargo da representação do CFM no Distrito Federal.

Segundo a defesa, Bolsonaro teria caído da cama enquanto dormia e batido a cabeça em um móvel. A Polícia Federal registrou um leve trauma craniano e contusões nos braços e pés, além de relatos de tontura e soluços.

Bolsonaro foi encaminhado a um hospital de Brasília nesta quarta-feira, com autorização do ministro Alexandre de Moraes. O CFM afirmou que a situação médica requer monitoramento contínuo e atendimento com múltiplas especialidades, incluindo situações de urgência e emergência.

O órgão informou que o ex-presidente possui histórico clínico de alta complexidade, com cirurgias abdominais anteriores e soluços intratáveis, entre outras comorbidades. O comunicado não detalhou as denúncias que originaram a sindicância.

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