- Lula lançou a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, visando monitoramento remoto e integração em tempo real no sistema público de saúde.
- O presidente cobrou a rapidez na liberação de recursos por ministérios e pelo Banco do Brics, citando Dilma Rousseff, Dário Durigan e Alexandre Padilha.
- O projeto envolve três frentes: 14 UTIs inteligentes em cinco regiões, construção do primeiro hospital inteligente do SUS em São Paulo e modernização de unidades de referência.
- O hospital de São Paulo terá contrato de 1,7 bilhão de reais com o Brics, ocupará 150 mil metros quadrados, terá 800 leitos (sendo 305 de UTI) e poderá atender até 200 mil pacientes por ano; contará com 25 salas cirúrgicas, neurologia e trauma, além de IA integrada e ambulâncias 5G.
- Lula afirmou que a tecnologia deve beneficiar quem depende do SUS, destacando desigualdades no acesso à saúde de alta complexidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quarta-feira a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, que objetiva incorporar monitoramento remoto e integração de dados em tempo real ao sistema público de saúde. A iniciativa visa otimizar atendimentos e gestão hospitalar no país.
Lula cobra agilidade na liberação de recursos e na execução das obras junto aos ministérios envolvidos e à presidenta do Banco dos Brics, Dilma Rousseff. O pedido é para que ações já concluídas ou em estágio avançado entrem em funcionamento sem demora.
O projeto envolve 14 UTIs inteligentes distribuídas em cinco regiões, a construção do primeiro hospital inteligente do SUS em São Paulo e a modernização de unidades de referência como Unifesp, Hospitais Federais do Rio, Instituto do Cérebro e Grupo Hospitalar Conceição. A meta é avançar com rapidez e qualidade.
Estrutura e metas
A unidade de São Paulo deverá ser o núcleo mais avançado, com financiamento de 1,7 bilhão de reais via contrato com o Brics. O empreendimento terá 150 mil m², 800 leitos, sendo 305 de UTI, e capacidade de atender até 200 mil pacientes por ano em emergências de alta complexidade.
O projeto inclui 25 salas cirúrgicas, setores de neurologia e trauma, além de ambientes com automação. O fluxo clínico integrará inteligência artificial e ambulâncias conectadas por 5G, para que dados de pacientes cheguem ao hospital antes da chegada da equipe.
Lula ressaltou que a tecnologia deve beneficiar principalmente quem depende do SUS. O presidente lembrou episódios de desigualdade no acesso a tratamentos de alta complexidade, citando sua experiência médica para justificar o foco no redesenho do sistema.
Visão e impactos
Segundo o governo, o SUS Inteligente busca reduzir distorções no atendimento, ampliar a qualidade dos serviços e reforçar a dignidade no cuidado. A rede pretende conectar unidades nacionais, melhorar a gestão de leitos e otimizar o tempo de resposta em emergências.
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