- O pastor Silas Malafaia tem 15 dias para explicar supostas ofensas contra o general Tomás Paiva, atual comandante do Exército.
- A determinação foi do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- O prazo começou a contar em 7 de janeiro, pois houve recesso desde 20 de dezembro, data da decisão.
- Em abril do ano passado, Malafaia fez discursos ofensivos a generais do Exército durante ato na Avenida Paulista, incluindo Paiva.
- A Procuradoria-Geral da República apresentou a representação ao STF, que também envolve pedido de indenização por calúnia e injúria.
O pastor Silas Malafaia tem 15 dias para explicar supostas ofensas contra o general Tomás Paiva, atual comandante do Exército. A determinação foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Apesar de a decisão ter sido anunciada em 20 de dezembro, o prazo começou a contar nesta quarta-feira (7), por conta do recesso judiciário.
O episódio ocorreu em abril do ano passado, quando Malafaia discursou para bolsonaristas num protesto na Avenida Paulista, em São Paulo.
Durante o ato, ele questionou generais de quatro estrelas do Exército, incluindo Paiva, e voltou a usar críticas como “omissos” e que não honrariam a farda, segundo registros das redes sociais do pastor.
As falas foram compartilhadas online e alcançaram mais de 300 mil visualizações, ampliando a repercussão entre apoiadores.
A ação foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República ao STF, a pedido do próprio general Paiva, que busca indenização pelos crimes de calúnia e injúria.
Entre na conversa da comunidade