- Médicos que acompanham Jair Bolsonaro, de 70 anos, vão reavaliar as medicações após ele ter caído da cama e batido a cabeça em um móvel.
- Bolsonaro segue sob cuidados médicos na Polícia Federal, após exames confirmarem traumatismo cranioencefálico leve.
- A defesa e familiares continuam buscando a prisão domiciliar por questões de saúde e segurança, com apoio de Michele Bolsonaro e Carlos Bolsonaro.
- Os médicos também vão avaliar se a interação entre medicamentos pode ter contribuído para a confusão mental e para episódios de soluço recentes.
- A Justiça, representada pelo ministro Alexandre de Moraes, segue atuando nos autos; em caso de emergência, médicos têm prazo para encaminhar Bolsonaro ao hospital sem autorização prévia.
Os médicos que acompanham Jair Bolsonaro (PL) vão reavaliar as medicações do foragido após o ex-presidente ter caído da cama e batido a cabeça em um móvel. A informação foi publicada pela colunista Carla Araújo no UOL News, do Canal UOL.
Bolsonaro continua sob cuidados na Superintendência da Polícia Federal, após exames apontarem traumatismo cranioencefálico leve. Familiares e defesa acompanham o caso e pleiteiam flexibilização da prisão.
> O paciente tem 70 anos e histórico de diversas cirurgias. A equipe médica pretende verificar se a confusão registrada recentemente pode estar relacionada às interações entre remédios, com foco em evitar novas quedas.
Quando o ex-presidente tentou violar a tornozeleira eletrônica, médicos apontaram possível impacto de medicações na decisão. A defesa sustenta que houve interação medicamentosa que motivou o episódio, não sendo uma tentativa de fuga.
> Além da reavaliação de medicações, a equipe médica avalia a relação entre o soluço recente e o uso de fármacos, considerando risco de novas quedas em pacientes idosos, segundo apuração da reportagem.
A defesa e familiares reiteram o objetivo de conseguir a prisão domiciliar por questões de saúde e segurança, mantendo o acompanhamento médico próximo. Michele Bolsonaro e Carlos Bolsonaro participam ativamente das negociações.
Perspectiva jurídica e institucional
O ministro Alexandre de Moraes tem apresentado postura técnica diante dos pedidos de prisão domiciliar, segundo a apuração. Médicos disponibilizados ao caso costumam ser acionados ante emergências, sem necessidade de autorização prévia.
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