- Michelle Bolsonaro afirmou que a Polícia Federal demore para socorrer Jair Bolsonaro após a queda e voltou a defender prisão domiciliar para o marido; segundo ela, a cela dele é aberta às 8h para medicações, mas um perito informou atender por volta de 8h40 a 9h, e o delegado teria aberto o quarto às 7h20.
- Ela disse que não houve agilidade no atendimento em emergência e afirmou que pretende reforçar o pedido de prisão domiciliar, alegando falta de justificativa para a detenção.
- Michelle citou o ex-presidente Fernando Collor de Mello para comparar os casos de prisão domiciliar, destacando que Collor recebeu o benefício por questões de saúde enquanto Bolsonaro tem outras comorbidades.
- Bolsonaro realizou exames nesta tarde e, depois, retornou à prisão; o cardiologista Brasil Caiado afirmou que houve queda ao tentar caminhar e que há diferença entre uma simples queda da cama e levantar e cair.
- Caiado apontou tontura, desequilíbrio e oscilação da memória como fatores a acompanhar; Carlos Bolsonaro ressaltou o risco de nova queda, dizendo que pode ser fatal.
Michelle Bolsonaro afirmou que a Polícia Federal demorou a socorrer Jair Bolsonaro após uma queda e voltou a defender a prisão domiciliar para o ex-presidente. A ex-primeira-dama alegou falhas no atendimento, citando tempos distintos entre a abertura da cela e os primeiros socorros.
Ela afirmou que a cela é aberta às 8h para medicações, mas que um perito informou ter feito o socorro por volta das 8h40 ou 9h, enquanto o delegado teria aberto o quarto às 7h20. Michelle disse desconhecer motivos para a suposta demora.
“Não há agilidade para emergências”, protestou. Ela disse que pretende cuidar do marido e reforçar o pedido de prisão domiciliar, mencionando o ex-presidente Collor para justificar a diferença de tratamento, segundo a visão apresentada pela defesa de Bolsonaro.
Bolsonaro realizou exames na tarde desta sexta e retorno à unidade da PF, onde está detido. O cardiologista Brasil Caiado, integrante da equipe médica, afirmou que o ex-presidente teria caído ao tentar se levantar após caminhar, o que ele descreveu como situação distinta de uma simples queda.
Caiado chamou atenção para tontura, desequilíbrio e oscilações de memória observadas nos últimos dias. O médico sugeriu acompanhamento médico compartilhado para avaliação do quadro. A defesa acompanha o caso com base nesses relatos clínicos.
Carlos Bolsonaro, em coletiva na porta da unidade, reiterou preocupações com o risco de nova queda, dizendo que o episódio pode ser fatal. Ele afirmou ainda que o estado de saúde de Bolsonaro requer monitoramento contínuo e avaliação médica especializada.
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