- O ministro Alexandre de Moraes anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina sobre o atendimento de saúde a Jair Bolsonaro na prisão.
- Moraes determinou que o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, preste depoimento à Polícia Federal em até 10 dias sobre a “conduta ilegal” do órgão.
- O ministro pediu ainda que o Hospital DF Star envie os resultados e laudos de todos os exames realizados por Bolsonaro nesta quarta-feira.
- O CFM havia instaurado a sindicância para apurar denúncias sobre o tratamento médico do ex-presidente.
O ministro do STF Alexandre de Moraes anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) que investigava possíveis falhas na assistência de saúde prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante a prisão. A decisão aponta ilegalidade e desvio de finalidade da abertura do processo pelo CFM.
Moraes determinou que o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, preste depoimento à Polícia Federal sobre uma suposta conduta ilegal do órgão, no prazo de 10 dias. A oitiva deverá ocorrer com base no entendimento do relator.
O ministro também ordenou que o Hospital DF Star encaminhe os resultados e laudos de todos os exames realizados por Bolsonaro na data indicada. A medida amplia o avanço da apuração para a esfera policial.
Anteriormente, o CFM havia instaurado a sindicância para apurar denúncias sobre o tratamento médico recebido por Bolsonaro, cuja pauta gerou preocupação social diante de intercorrências recentes.
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