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Fachin aponta crise da democracia em evento de 8 de Janeiro e elogia Moraes

Fachin cita crise da democracia e exalta Moraes; ato no STF ressalta memória como alerta e incentivo à resiliência institucional

Foto: Luiz Silveira/STF
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  • No dia 8 de janeiro de 2023, o Supremo Tribunal Federal abriu atos na Corte para lembrar os acontecimentos antidemocráticos em Brasília.
  • O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que a democracia está em crise e elogiou a atuação do ministro Alexandre de Moraes.
  • Fachin destacou que o 8 de janeiro não deve ser lembrado apenas como dia de ódio à democracia, e sim como momento de reconstrução.
  • A programação incluiu exposição fotográfica, o documentário Democracia inabalada: mãos da reconstrução e roda de conversa com jornalistas e advogados.
  • Nos últimos três anos, o STF responsabilizou 1.399 pessoas pelos atos; estiveram presentes autoridades como o advogado-geral da União, Jorge Messias, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, abriu nesta quinta-feira os eventos da Corte que marcam os atos antidemocráticos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023. A programação incluiu exposição fotográfica, exibição de um documentário e uma roda de conversa com jornalistas e advogados.

Para Fachin, a democracia vive uma crise no cenário global, e a institucionalidade é o caminho para resistir dentro dos marcos democráticos. O ministro destacou que o Brasil tem apresentado resiliência nesse período, enfatizando a necessidade de vigilância constante para defender a Constituição.

A abertura contou ainda com a valorização da atuação do ministro Alexandre de Moraes, à época presidente do TSE, na condução de inquéritos e ações penais decorrentes do dia 8. O tema central da fala foi a defesa da Constituição e o papel das instituições como salvaguarda da democracia.

A programação inicial mostrou a exposição 8 de janeiro: Mãos da Reconstrução, dedicada aos profissionais da limpeza e da restauração após a devastação nos prédios dos três Poderes. Em seguida, foi exibido o documentário Democracia inabalada: mãos da reconstrução, acompanhado de uma roda de conversa com jornalistas presentes no vandalismo e com advogados.

Nos três últimos anos, o STF responsabilizou 1.399 pessoas pelos atos antidemocráticos, incluindo integrantes relevantes dos núcleos golpistas, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro. O evento contou com a presença de autoridades como o advogado-geral da União, Jorge Messias, o presidente da OAB, Beto Simonetti, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, além de outras autoridades.

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