- Aldo Rebelo, ex-ministro de governos do PT, pode formar chapa com um ex-ministro de Bolsonaro como vice; Fabio Wajngarten reage com otimismo à possibilidade para as eleições de 2026.
- Wajngarten disse à Gazeta do Povo que pesquisas indicam que mais candidatos de direita ajudam a derrotar a esquerda e o PT no segundo turno.
- A candidatura seria sugerida por empresários e amigos em comum; Rebelo é apresentado como alguém que “ presidiu a Câmara” e conhece valores conservadores.
- Rebelo migrou do PCdoB para posições nacionalistas, passou por PDT e hoje atua com pautas conservadoras; chegou a atuar como secretário do prefeito de São Paulo, em 2024, com apoio de Bolsonaro.
- A chapa deve ser lançada oficialmente até o fim de janeiro, em São Paulo, e Wajngarten afirmou estar “alinhado com a família” de Bolsonaro, priorizando o presidente.
Aldo Rebelo, ex-ministro de defesa em governos do PT, é cotado para formar uma chapa presidencial com um ex-ministro de Bolsonaro na vice-presidência. Fabio Wajngarten tem mostrado otimismo quando questionado sobre a possibilidade de concorrer em 2026 ao lado de Rebelo.
Segundo apuração, a ideia teria sido sugerida por empresários e amigos em comum. O ex-secretário-executivo do Ministério das Comunicações sob Bolsonaro elogia Rebelo, destacando que ele já presidiu a Câmara e que tem visão de Brasil forte, alinhada a valores conservadores.
Aldo Rebelo trocou de espectro político ao longo dos anos, vinculando-se hoje a pautas nacionalistas. Ele passou quatro décadas no PCdoB e ocupou ministérios durante os governos Lula e Dilma, incluindo Defesa. O deslocamento ocorreu em 2017, sob a justificativa de defesa de interesses nacionalistas.
No início dos anos 2020, Rebelo aproximou-se de pautas conservadoras e, em 2023, passou a atuar na prefeitura de São Paulo, com apoio de Bolsonaro. A expectativa é de que a candidatura seja formalizada até o fim de janeiro, em São Paulo.
Alinhamento e repercussões
Wajngarten, conhecido pela atuação no mercado de comunicação, tem relação próxima com a esquerda e a direita, o que provoca reação entre apoiadores das candidaturas de Flávio Bolsonaro. Em redes, o ex-secretário mantém declarações de fidelidade à família presidencial.
Em público, seguidores de Wajngarten comentam a possibilidade de a dupla reforçar o campo de direita. O próprio ex-ministro afirma que a prioridade é apoiar o presidente no momento, mantendo o foco nas próximas eleições.
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