- No programa Última Análise, o 8 de janeiro é discutido como esvaziamento da pauta, com cerimônias no governo e no STF e ausência de líderes do Legislativo em evento de Lula.
- Deltan Dallagnol critica o número de condenações do episódio, comparando com regimes autoritários e destacando suposto alto índice de culpabilidade.
- Lula vetou integralmente projeto de lei que permitiria revisão das penas dos condenados pelo 8 de janeiro; Fachin defendeu Moraes em outra cerimônia relacionada ao tema.
- Francisco Escorsim aponta que o episódio é tratado como “grande teatro” pela oposição, ressaltando a comparação entre atos do governo e a barbárie ocorrida.
- Em palco internacional, o Irã sofreu queda nacional de internet durante protestos contra o regime; no Banco Master, PF investiga pagamento de 2 milhões a influenciadores para difamar o banco e reverter liquidação no TCU.
No programa Última Análise desta quinta-feira, foram discutidos os três anos do 8 de Janeiro, data que ganhou cerimônias oficiais tanto do governo federal quanto do STF. O tom do debate indicou esvaziamento da pauta entre autoridades, com críticas ao uso político do episódio e aos atos em torno dele. Manifestantes, por sua vez, buscam resposta judicial.
Deltan Dallagnol comparou o número de condenações no caso com padrões de outros regimes, indicando que houve alto índice de culpabilidade e menos absolvições do que em fases anteriores da Lava Jato. Ele destacou diferenças entre independência judicial e o que chamou de rigidez excessiva de julgamentos.
O presidente Lula veto integralmente, nesta quinta, um projeto de lei para revisar penas de condenados no 8 de Janeiro. Em outra cerimônia, o STF contou com o apoio de Edson Fachin a respeito de Moraes, ressaltando firmeza em inquéritos e sacrifícios pessoais. A leitura foi de defesa institucional de decisões.
No debate, o escritor Francisco Escorsim criticou o que chamou de grande teatro, apontando ausência de representantes do Legislativo em evento de Lula como indicativo de caráter político-partidário. A discussão manteve o foco nos impactos políticos e nas consequências institucionais.
Convulsão social no Irã
O Irã informou corte de internet em todo o território após o aumento de protestos contra o regime. Organizações de monitoramento apontaram queda nacional de conectividade, com interrupções nos serviços de provedores centrais. Os protestos atingiram a capital Teerã e outras cidades.
O papel de influenciadores e o Banco Master
Relatos indicam que o Banco Master teria pago cerca de 2 milhões de reais a influenciadores digitais para influenciar a opinião pública a favor da reversão da liquidação do banco no TCU. A Polícia Federal investiga eventual campanha coordenada nas redes sociais para difamar a instituição.
Dallagnol descreveu o episódio como tentativa de intervenção privada para beneficiar decisões judiciais, sugerindo possível prisão preventiva de um alto executor do banco. As informações foram discutidas no contexto do programa, que acompanha temas de interesse público com abordagem analítica e sem adesão a corrente política.
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