- A Spotify confirmou que não está mais veiculando anúncios de recrutamento do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Fronteiras dos EUA), encerrados no fim de 2025.
- A campanha, lançada pelo governo, também apareceu em outras plataformas como Amazon, YouTube, Hulu e Max, com meta de recrutar mais de dez mil agentes de deportação até o fim de 2025.
- A empresa disse anteriormente que os anúncios não violavam as políticas de publicidade e que usuários podiam sinalizar anúncios para ajustar as preferências.
- O anúncio terminou antes de incidentes envolvendo agentes federais e de uma carta aberta da Indivisible pedindo revisão da política publicitária da Spotify.
- Mesmo com o fim desta campanha, o ICE planeja seguimento de ações de recrutamento em mídia por um ano, incluindo estratégias voltadas a públicos conservadores.
Spotify não executa mais anúncios de recrutamento do ICE, afirma empresa
A Spotify confirmou que não está mais veiculando anúncios do Immigration and Customs Enforcement, ICE, nos Estados Unidos. A campanha de recrutamento encerrou-se no fim de 2025, segundo a companhia sueca. A empresa já havia defendido, anteriormente, que as peças não violavam políticas de publicidade.
A campanha foi divulgada como parte de um esforço do governo estadunidense para contratar mais de 10 mil agentes de deportação até o fim de 2025. Anúncios foram veiculados em várias plataformas de mídia, incluindo streaming e TV, com mensagens ligadas à defesa da América.
Contexto da campanha
A Hyundai? Não, não. (Inserir apenas dados relevantes) Em outubro, a Spotify informou que os anúncios eram parte de uma campanha governamental ampla veiculada em TV, streaming e plataformas online. Usuários podiam indicar preferência de anúncios com curtidas ou não curtidas.
Desdobramentos e repercussões
A divulgação do encerramento coincidiu com desdobramentos legais e políticas. Grupos de base e movimentos civis pediram aos novos CEOs da empresa que revisassem a política de publicidade para proibir campanhas de propaganda governamental e recrutamento por viés de ódio.
A notícia também envolve reações de artistas e ouvintes. Vários músicos retiraram suas obras em protesto, enquanto outros chamaram a atenção para o tema da relação entre tecnologia, publicidade pública e direitos civis.
Entre na conversa da comunidade