- O vice-presidente Geraldo Alckmin prestou homenagem a Ricardo Lewandowski, destacando seu “admirável espírito público” e lealdade aos valores do estado democrático de direito.
- Lewandowski, aposentado do Supremo Tribunal Federal, foi nomeado ministro da Justiça em janeiro de 2024 e pediu demissão por motivos pessoais e familiares na quinta-feira, dia 8.
- A exoneração de Lewandowski foi publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira, 9 de janeiro, e o posto foi ocupado interinamente por Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-executivo do Ministério da Justiça.
- Secretários de segurança defenderam a criação do Ministério da Segurança Pública, com a ideia de que a pasta seria um elemento estabilizador entre União, estados, Distrito Federal e municípios.
- O Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública indicou potenciais nomes para a nova pasta, como Andrei Rodrigues (diretor da Polícia Federal) ou Chico Lucas (secretário de Segurança do Piauí).
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, publicou uma nota de agradecimento ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que deixou o governo na última semana. O texto ressalta o “admirável espírito público” do ex-ministro e a lealdade aos valores do estado democrático de direito.
Lewandowski, que se aposentou do STF, foi nomeado ministro de Lula em janeiro de 2024. Em janeiro de 2026, ele pediu demissão por motivos pessoais e familiares. A exoneração foi publicada no Diário Oficial na sexta-feira, 9 de janeiro. O cargo foi ocupado interinamente por Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-executivo do Ministério da Justiça.
O porta-voz do governo destacou a importância dos serviços prestados por Lewandowski ao país. Alckmin reiterou o reconhecimento pela trajetória do ex-ministro e pela contribuição ao poder público.
Ministério da Segurança pública em debate
Secretários de segurança pedem ao presidente Lula a criação do Ministério da Segurança Pública, transferindo a área sob nova estrutura. A ideia parte do entendimento de que a segurança deve ser tratada como elemento estabilizador, com articulação entre União, estados, DF e municípios.
O Consesp indicou nomes para a pasta, sugerindo Andrei Rodrigues, atual diretor da Polícia Federal, ou Chico Lucas, secretário de Segurança Pública do Piauí. A entidade se colocou à disposição para colaborar tecnicamente com o processo.
Uma parte do governo já defendia a divisão entre as pastas da Justiça e da Segurança. Em novembro, Lewandowski foi surpreendido por debates sobre a criação de uma secretaria de segurança vinculada à Casa Civil, segundo informações de veículos de imprensa.
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