- Campanha no GoFundMe para defesa legal do agente da ICE identificado como Jonathan Ross busca pelo menos $550 mil, relacionada ao tiroteio que matou Renee Nicole Good em Minneapolis.
- A campanha contraria os termos de serviço da GoFundMe, que proíbem arrecadação para defesa legal de pessoas acusadas em crimes violentos.
- A GoFundMe informou que está revisando as arrecadações ligadas ao tiroteio e que os recursos permanecem com os processadores de pagamento durante a revisão.
- O tiroteio é investigado pelo FBI; autoridades estaduais enfrentam dificuldades de acesso a evidências, com promotores locais acompanhando uma investigação paralela.
- Outra vaquinha para a viúva de Good já arrecadou mais de $1,5 milhão.
Dois a três parágrafos iniciais antes de qualquer subtítulo, apresentando o fato central: o GoFundMe mantém ativo um campanha para defender o policial de imigração envolvido na morte de Renee Good, em Minneapolis, o que levanta questões sobre a aplicação das regras da plataforma.
A página público-relacionada, intitulada ICE OFFICER Jonathan Ross, busca ao menos 550 mil dólares para cobrir despesas legais do agente de imigração identificado pela imprensa como Jonathan Ross, de 43 anos. A vítima é Renee Nicole Good, mãe de três filhos e viúva de um veterano, morta durante uma abordagem de agentes de imigração na cidade.
O GoFundMe não confirmou publicamente por que a campanha continua online, apesar de suas regras proibirem arrecadações para defesa legal de pessoas acusadas de crimes violentos. A empresa afirma revisar campanhas ligadas ao caso e mantém os recursos sob custódia de seus processadores de pagamento durante a avaliação.
Jonathan Ross foi identificado pela Minnesota Star Tribune como o agente envolvido. A polícia local não abriu denúncia formal contra ele até o momento. A investigação ficou sob a condução do FBI após autoridades federais bloquearem participação de investigadores de Minnesota, gerando investigações paralelas estaduais.
O caso gerou controvérsia sobre a atuação das autoridades e a narrativa pública. Vídeos de testemunhas mostram Good manobrando o veículo enquanto agentes se aproximam, gerando versões contraditórias sobre o desfecho do episódio ocorrido em janeiro em Minneapolis.
A investigação envolve divergências entre autoridades estaduais e federais, com a Procuradoria Geral do Estado e o Ministério Público do Condado de Hennepin conduzindo apurações independentes. As informações oficiais destacam que a apuração está em curso e não há confirmação de acusações formais contra o agente.
Enquanto isso, outra arrecadação ligada à família de Renee Good já reuniu mais de 1,5 milhão de dólares para apoiar sua viúva e os filhos. A diferença entre as campanhas ressalta o impacto financeiro gerado pelo episódio para as partes envolvidas e para a cobertura que a imprensa acompanha.
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