- O ministro Alexandre de Moraes negou, em 5 de janeiro, o pedido de visita com contato físico da mulher e dos filhos do conselheiro Domingos Brazão.
- Brazão permanece preso preventivamente na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO) e alegou bom comportamento e tempo de prisão para pedir o benefício.
- Moraes determinou que Brazão siga o regime dos demais detentos, com visitas apenas por videoconferência ou por parlatório, com vidro.
- O processo tem como base a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, que confessou ter executado o crime.
- Brazão, réu apontado como um dos mandantes do homicídio de Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, será julgado pelo STF em fevereiro, junto com outros réus.
O ministro do STF Alexandre de Moraes negou, no dia 5 de janeiro, o pedido de visitas com contato físico para o réu Domingos Brazão. Brazão está preso preventivamente na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO). Moraes determinou que as visitas ocorram por videoconferência ou por parlatório com barreira de vidro.
O magistrado manteve Brazão no mesmo regime dos demais detentos da unidade. O réu é acusado de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018. O julgamento de Brazão, irmão Chiquinho Brazão e outros réus está marcado para fevereiro no STF.
Contexto do processo
Segundo a denúncia da PGR, a morte de Marielle Franco teria sido encomendada pelos irmãos Brazão, que teriam denunciado um esquema de loteamentos ilegais em áreas de milícia na Zona Oeste do Rio. A acusação aponta a participação de Ronnie Lessa, já condenado, e de Rivaldo Barbosa para ocultar o crime.
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