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Defensoria do DF investiga condição de saúde de Bolsonaro na PF

Defensoria do Distrito Federal abre apuração sobre as condições de saúde de Bolsonaro na Polícia Federal, sem prazo, após requerimentos de parlamentares

Jair Bolsonaro acompanha Michelle Bolsonaro até a porta da PF
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  • A Defensoria Pública do Distrito Federal abriu apuração para verificar as condições de saúde de Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, após pedido de Izalci Lucas e Gustavo Gayer.
  • A DP-DF afirmou que a fiscalização de direitos de pessoas sob custódia do Estado faz parte de suas atribuições e que as apurações são técnicas, imparciais e independentes, sem juízo de mérito.
  • A investigação não tem prazo definido para conclusão; informações adicionais serão prestadas apenas ao final do procedimento ou da deliberação oficial.
  • Parlamentares acompanham pedidos de prisão domiciliar humanitária apresentados pela defesa de Bolsonaro, citando problemas de saúde.
  • Diversos episódios recentes são mencionados: cirurgia de hérnia entre o Natal e o Ano Novo, picos de hipertensão e soluços, queda na cela com traumatismo craniano leve; STF negou a prisão domiciliar e a assistência médica permanece disponível na PF.

A Defensoria Pública do Distrito Federal abriu uma apuração para investigar as condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a detenção na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A ação foi acionada por dois parlamentares do PL, o senador Izalci Lucas e o deputado Gustavo Gayer. O objetivo é verificar as necessidades especiais do ex-cheefe de governo frente ao regime de custódia.

A DP-DF informou que a função de fiscalizar e garantir direitos fundamentais de pessoas sob custódia é parte de suas atribuições. A instituição destacou a atuação técnica, imparcial e independente, sem julgamento de mérito, e afirmou que as apurações seguem os trâmites legais e institucionais.

Não há prazo definido para a conclusão da apuração. A Defensoria ressaltou que novas informações serão prestadas somente quando houver desfecho do procedimento ou deliberação oficial sobre o caso.

Parlamentares acompanham a defesa de Bolsonaro, que já solicitou prisão domiciliar humanitária com base em questões de saúde. Os advogados do ex-presidente e aliados defendem que a condição médica exige medidas de proteção extraordinárias.

Entre o Natal e o Ano Novo, Bolsonaro passou por cirurgia de hérnia. Durante a internação, houve episódios de hipertensão e soluços, o que levou a clínica a considerar intervenções adicionais, conforme informações médicas.

Na semana passada, o ex-presidente sofreu uma queda na cela, atingindo a cabeça em um móvel. Exames indicaram traumatismo craniano leve, com avaliação de que a tontura pode estar vinculada a medicamentos em uso.

O Supremo Tribunal Federal negou os pedidos de prisão domiciliar. A decisão de janeiro sustenta que a assistência médica recomendada continua disponível na PF, com plantão 24 horas, acesso a médicos e remédios, fisioterapia e alimentação fornecida conforme necessidade.

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