- A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da operação Overclean, que investiga desvio de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
- São cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, na Bahia e no Distrito Federal, com apoio da Controladoria Geral da União e da Receita Federal.
- O bloqueio de R$ 24 milhões em contas de pessoas físicas e jurídicas investiga valores de origem ilícita e visa preservar ativos públicos.
- Os alvos ainda não foram divulgados; podem responder por organização criminosa, corrupção, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.
- A 9ª fase tramita no gabinete do ministro Nunes Marques, do STF; o caso envolve emendas Pix, que passaram a exigir plano de trabalho avaliado pelos ministérios, gerando controvérsia no Congresso.
A Polícia Federal deflagrou hoje a 9ª fase da operação Overclean, que apura organização criminosa suspeita de desvio de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. A ação envolve mandados de busca e apreensão em diferentes estados.
São cumpridos nove mandados, expedidos pelo STF, na Bahia e no Distrito Federal. A operação conta com o apoio da CGU e da Receita Federal, segundo nota da PF.
Além das buscas, o STF bloqueou cerca de R$ 24 milhões em contas de pessoas físicas e jurídicas investigadas. A PF afirma que o objetivo é interromper a movimentação de valores ilícitos e preservar ativos públicos.
Os nomes dos investigados não foram divulgados pela polícia. Eles podem responder por organização criminosa, corrupção, peculato, fraude em licitações, contratos administrativos e lavagem de dinheiro.
Overclean no STF
A 9ª fase tramita desde o início do ano no gabinete do ministro Nunes Marques, do STF. As emendas Pix são alvo do processo, sob relatoria do ministro Flávio Dino, que mudou o trâmite para exigir um plano de trabalho.
Essa mudança tem gerado reclamações no Congresso, já que as emendas deixam de ser repasses imediatos e passam pela avaliação ministerial.
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