- Donald Trump disse que “we’re screwed” se a Suprema Corte dos EUA rejeitar as tarifas globais, com decisão esperada já na quarta-feira.
- A política de tarifas por decreto do presidente está sob pressão jurídica, com a Suprema Corte analisando a legalidade do regime.
- Trump afirmou que seria difícil reverter as tarifas, pois empresas e países poderiam pedir reembolsos, levando anos para definir valores.
- a China condenou as novas tarifas de 25% sobre países que façam negócios com o Irã e prometeu tomar medidas para proteger seus interesses.
- Japão e Coreia do Sul, parceiros comerciais do Irã, assinaram acordos com os EUA recentemente, e a China enfatizou que guerras comerciais não têm vencedores.
Donald Trump afirmou nas redes sociais que seria “um sacrifício completo” caso a Suprema Corte decida derrubar as tarifas globais impostas pelo governo. A decisão é aguardada ainda nesta semana, em meio a questionamentos sobre a base legal da medida.
O presidente já defende a uso de tarifas por meio de decreto, enfrentando pressão jurídica e um debate sobre a autoridade para manter os encargos. Entidades empresariais dizem que refunds e cálculos de valores exigem tempo e prazo que podem se estender por anos.
Âmbito da análise jurídica aponta que, em novembro, ministros duvidaram da fundamentação legal para a política de tarifas. O caso envolve a própria eficácia de uma estratégia econômica controversa e o poder do Executivo.
China reage a tarifa ligada ao Irã
A China condenou novas tarifas de 25% sobre comércio com o Irã e sinalizou retaliação. Beijinho afirmou que adotará medidas necessárias para proteger seus interesses, após Trump anunciar medidas sem detalhar exceções.
O tom chinês sustenta que guerras comerciais não trazem vencedores e que coerção não resolve problemas. Pequim ressalta também que o Irã continua sendo um importante parceiro comercial na região, apesar das tensões.
Panorama internacional e próximos passos
O Irã mantém vastas relações comerciais com vários países, incluindo Índia e Emirados Árabes. Japão e Coreia do Sul firmaram acordos com os EUA, criando um cenário de tensões e rearranjos comerciais.
Analistas dizem que as próximas semanas devem esclarecer os impactos das tarifas sobre fluxos globais, bem como a resposta de outras economias. O tema permanece central para a economia e a política externa dos EUA.
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