- Os advogados da ex-secretária de eleições do Colorado, Tina Peters, vão pe bz convencer uma corte de apelação estadual a anular a condenação envolvendo a eleição de 2020.
- Peters foi condenada, em 2024, por crimes estaduais relacionados à violação de dados dos equipamentos eleitorais do condado de Mesa, e cumpre pena de nove anos em uma prisão de Pueblo.
- Os defensores argumentam que o perdão presidencial de Donald Trump deveria beneficiá-la, embora o perdão não se estenda a crimes estaduais.
- A defesa sustenta ainda que Peters tinha o direito de preservar informações eleitorais e que as senhas parcialmente redigidas não representariam risco de segurança.
- Os promotores destacam que Petersen não precisava cometer crimes para proteger dados; o caso envolve registro do software da Dominion Voting Systems e cópias de discos rígidos.
Tina Peters, ex-escrevente eleitoral de Mesa County, busca nesta semana na Justiça do Colorado a anulação de sua condenação por violar leis estaduais ao supostamente orquestrar uma violação de dados dos equipamentos eleitorais. A defesa alegou erro no processo e pediu ao tribunal de apelação que reforme a decisão de 2024, que a manteve encarcerada por nove anos em Pueblo.
Peters foi condenada por conduzir a violação de dados após apresentar alegações de fraude em urnas eletrônicas, defendidas por apoiadores de Donald Trump. O ex-clergo espera que a apelação destaque falhas formais no julgamento e na dosiminação da pena.
Contexto do caso
Os procuradores afirmam que Peters se deixou levar por ativistas que questionaram os resultados de 2020, incluindo figuras associadas a Mike Lindell e Douglas Frank. A defesa sustenta que havia obrigação federal de preservar registros eleitorais e que houve necessidade de monitorar atualizações do sistema de gestão eleitoral.
Detalhes legais e arguídos
Segundo a defesa, Peters utilizou o crachá de outra pessoa para permitir que um ex-surfista ligado a Lindell acompanhasse uma atualização de software. O entendimento é que cópias do disco rígido teriam sido feitas, e senhas parcialmente redigidas teriam aparecido online, levando à investigação. Hayes, envolvido no episódio, não foi acusado de crime.
Perspectivas e próximos passos
A defesa alega violação de direitos constitucionais ao impor pena longa por fazer acusações de fraude. O pleito busca, entre outros pontos, por um novo tratamento da dosimetria e reconhecimento de um possível direito de clemência presidencial, considerando o perdão de Trump que não abrange crimes estaduais. A responsabilidade do governador da Pensilvânia na época também é citada para contextualizar atos de clemência vistos no passado.
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