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Casa Branca elogia subcultura racista e de extrema-direita, afirma especialista

Post da Casa Branca usa linguagem associada ao supremacismo branco; especialista vê relação com subcultura neonazista e risco de atrair extremistas

The White House.
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  • A conta oficial da Casa Branca postou no X uma charge com duas equipes de cães de trenó, apontando entre “South Lawn” com pilares brancos ou um cenário próximo à Grande Muralha da China e à Red Square, acompanhada da pergunta: “Which way, Greenland man?”
  • A especialista Heidi Beirich afirma que a imagem é uma referência explícita a literatura racista de supremacia branca, associada ao conceito “white man” em subculturas neonazistas.
  • Beirich cita o livro de 1978 Which Way Western Man, associado a correntes extremistas, como leitura importante entre a extrema direita dos Estados Unidos.
  • Legisladores democratas questionam se a agência de imigração e fiscalização de fronteiras, o Departamento de Segurança Interna, pode ter recrutado extremistas ou ligado-se a membros de organizações proibidas, como os Proud Boys, no ICE.
  • O texto também menciona debates em comunidades de extremismo sobre as palavras do governo de Donald Trump a respeito da Groenlândia, além de críticas a Elon Musk por provocações raciais, associadas a operações de ICE.

O Gibbs White House recebeu críticas após postar uma imagem em X que mostra dois grupos de cães de trenó na Groelândia, apontando para opções entre o Sul do Gramado de Washington e uma cena tensa na China e na Rússia. A legenda questiona: qual caminho seguir, homem da Groenlândia?

A postagem oficial da Casa Branca acompanhava a foto com a pergunta: qual caminho escolher. A imagem gerou polêmica ao ser associada a temas raciais e de supremacia branca, segundo especialistas.

Segundo Heidi Beirich, especialista em extremismo, o conceito central na subcultura neonazista envolve a ideia de um homem ocidental, ou seja branco, como eixo principal, associando o termo Western Man a leituras de supremacia. Beirich afirma que esse tipo de referência já apareceu em material público vinculado à ideia de destino manifesto.

Beirich ressalta que a linguagem utilizada sugere uma conexão com literatura racista amplamente difundida, com impactos em discursos da ala extremista. Ela classifica a postagem como chocante pela sua utilização por uma gestão federal.

A especialista aponta que, nos últimos meses, há preocupações sobre mensagens de recrutamento associadas ao Departamento de Segurança Interna. Ela também menciona debates sobre a possível atração de extremistas ao ICE, em meio a críticas a políticas de imigração e segurança.

A conversa sobre extremismo envolve também o debate interno entre legisladores democratas, que acompanham reportes sobre recrutamento de indivíduos condenados ou associados a grupos extremistas, em posições de autoridade no ICE.

Entre comentaristas da rede extremista, há divisões sobre o apoio de autoridades a planos envolvendo Groenlândia e outras fronteiras. Em canais de Telegram, alguns membros rejeitam abertamente as propostas, enquanto outros insinuam que ações podem ocorrer independentemente da opinião local.

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