- A Quaest aponta desaprovação de 49% e aprovação de 47% ao governo Lula, indicando empate técnico.
- Não sabem/não responderam: 4%.
- Margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.
- Amostra: 2.004 pessoas, com 16 anos ou mais, ouvidas entre 8 e 11 de janeiro.
- Avaliação do governo: positivo 32%, negativo 39% e regular 27%.
A Quaest divulgou, nesta quarta-feira (14), a primeira pesquisa de 2026 sobre avaliação do governo Lula (PT) e cenário político. Os números indicam empate entre aprovação e desaprovação do trabalho do presidente, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação. O resultado mostra variação mínima em relação a dezembro, quando 49% desaprovavam e 48% aprovavam.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de confiança. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 8 e 11 de janeiro. Não sabem/não responderam somam 4%.
Entre os itens avaliados, 32% consideram o governo positivo, 39% negativo e 27% regular. A parcela que não soube ou não respondeu ficou em 2%.
Quando questionados se Lula merece continuar à frente do país por mais quatro anos, 40% disseram que sim, 56% responderam não, e 4% não souberam/não responderam. A pergunta revela maioria de menção contrária à continuidade.
Sobre a economia, 24% disseram que a situação melhorou nos últimos 12 meses, 43% afirmaram piorou e 29% disseram que ficou do mesmo jeito. Na expectativa para os próximos 12 meses, 48% projetam melhoria, 28% piora, 21% estabilidade e 3% não souberam/não responderam.
Contexto e desdobramentos
A Quaest já havia mostrado, em dezembro, resultados próximos: 49% desaprovavam e 48% aprovavam o governo. A variação de dados ao longo de 2025 mostrou oscilações maiores, com picos de desaprovação de 57% em maio e melhores momentos de aprovação próximos a 52% em dezembro de 2024.
A reportagem transmite exclusivamente dados da pesquisa, sem inferir interpretações sobre cenários futuros ou intenções de voto. As informações são relevantes para entender a percepção pública sobre o governo federal e o cenário econômico.
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