- Toffoli determinou que os aparelhos apreendidos na nova fase da Operação Compliance Zero fiquem carregados e sem acesso às redes, para preservar o conteúdo, até que sejam periciados pela Polícia Federal no STF.
- O material deverá ser lacrado e encaminhado à sede do Supremo, permanecendo na Corte antes da perícia pela PF.
- Os alvos da ação foram Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel e Nelson Tanure; houve 42 mandados de busca em cinco estados.
- Bens apreendidos incluem carros e relógios de luxo; as medidas de sequestro e bloqueio de bens somam mais de 5,7 bilhões de reais.
- A investigação busca aprofundar possível esquema de fraudes envolvendo o Banco Master.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli determinou que a Polícia Federal mantenha carregados e sem conexão à internet os aparelhos eletrônicos apreendidos na nova fase da Operação Compliance Zero. A ação foi deflagrada nesta quarta-feira 14 para aprofundar investigações sobre suposto esquema envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Toffoli ordenou que os itens apreendidos sejam lacrados e encaminhados à sede do STF, onde ficarão sob custódia da Corte até a realização da perícia pela PF. As autoridades devem assegurar a preservação do conteúdo para futura análise.
Entre os alvo da ação estão Vorcaro, o cunhado dele, Fabiano Zettel, e o empresário Nelson Tanure. A decisão autoriza lacre direto na sede do STF até nova determinação.
A PF cumpriu 42 mandados de busca em cinco estados: São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Também houve sequestro e bloqueio de bens e valores que somam mais de 5,7 bilhões de reais.
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