- O ministro Dias Toffoli determinou que a Polícia Federal mantenha os aparelhos apreendidos na nova fase da Operação Compliance Zero carregados e desconectados da internet até a perícia, e que sejam lacrados e enviados à sede do STF.
- O material ficará na Corte antes de os peritos da PF realizarem a perícia, segundo nota do gabinete de Toffoli.
- Entre os investigados estão Daniel Vorcaro, o cunhado dele, Fabiano Zettel, e o empresário Nelson Tanure.
- Toffoli afirmou que as autoridades custodiantes devem manter os bens lacrados na sede do STF até nova determinação.
- A PF cumpriu quarenta e dois mandados de busca em cinco estados (São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) e houve sequestro e bloqueio de bens e valores acima de 5,7 bilhões de reais.
Dias Toffoli determinou nova readequação de itens apreendidos na fase mais recente da Operação Compliance Zero, ligada ao caso Master. A PF deve manter aparelhos carregados e sem conectividade, sob custódia, até a perícia.
Segundo a decisão, os bens devem lacrar e encaminhar-se à sede do STF, onde permanecerão até nova determinação. A análise ficará a cargo de peritos da Polícia Federal, após o armazenamento.
Entre os investigados nesta etapa estão Daniel Vorcaro, o cunhado Fabiano Zettel e o empresário Nelson Tanure. Todos são alvo das ações deflagradas nesta quarta.
A operação envolveu 42 mandados de busca em cinco estados: São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Também houve sequestro de bens e bloqueio de valores.
O montante de bens bloqueados e sequestrados supera 5,7 bilhões de reais, conforme os dados oficiais, refletindo o alcance da apuração sobre o alegado esquema envolvendo o Banco Master.
Carros de luxo e relógios figuraram entre os itens apreendidos nesta etapa, ampliando o leque de diligências realizadas pela PF para aprofundar as provas existentes.
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