- Proposta bipartidária cria uma nova agência com $2.5 bilhões para estimular a produção de terras raras e outros minerais críticos.
- O projeto foi apresentado pela senadora Jeanne Shaheen (D‑N. H.) e pelo senador Todd Young (R‑Ind.).
- A ideia é montar um estoque estratégico, estabilizar preços e incentivar produção doméstica e de aliados.
- O contexto envolve a necessidade dos EUA de reduzir a dependência da China, após a trégua comercial entre EUA e China.
- O Pentágono informou investimentos superiores a $4.5 bilhões em acordos de minerais críticos nos últimos cinco meses, incluindo US$ 150 milhões em Atlantic Alumina Co. e US$ 400 milhões em MP Materials, com parceria de US$ 1,4 bilhão com a ReElement Technologies.
A bancada bipartidária de legisladores propôs a criação de uma nova agência com 2,5 bilhões de dólares para impulsionar a produção de terras raras e outros minerais críticos. A iniciativa foi apresentada nesta semana, com foco em tornar a cadeia de suprimentos doméstica mais estável e menos dependente da China.
O projeto foi apresentado pela senadora Jeanne Shaheen (D-NH) e pelo senador Todd Young (R-IN). A proposta prevê estabelecer um órgão independente responsável por formar um estoque estratégico, estabilizar preços e incentivar produção doméstica e aliada. A ideia é beneficiar não apenas a defesa, mas toda a indústria de alto valor.
Objetivo e contexto
A medida surge em meio a ações da administração Trump para reduzir a dependência de minerais críticos usados em smartphones, veículos elétricos, aeronaves e mísseis. A administração já anunciou aquisição de participação em empresas do setor para ampliar a oferta interna.
Investimentos e ações recentes
Nos últimos meses, o Pentágono divulgou investimentos significativos em projetos de minerais críticos, incluindo financiamentos para ampliar produção de alumina e de elementos como gálio. Em 2023, houve acordo com a MP Materials para ampliar a cadeia de fornecimento americano de terras raras.
Repercussão e perspectivas
Analistas divergem quanto ao modelo proposto, que aponta para uma intervenção mais direta do Estado em algumas etapas da indústria. Empresas do setor têm recebido com cautela as medidas, avaliando impactos na segurança econômica e na competitividade.
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