- A deputada estadual Thainara Faria, do PT, pediu ao Ministério Público de São Paulo a abertura de investigação sobre supostas irregularidades atribuídas ao governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, em relação a publicações nas redes sociais.
- A solicitação baseia-se em reportagem da revista piauí, que mostrou perfis de fofoca com milhões de seguidores a enaltecer ações do governo, conteúdo que antes não era comum nesses perfis.
- Os posts identificados pela matéria, ao longo do mês anterior, abordaram quatro temas: inauguração de trecho do Rodoanel, redução do IPVA de motos, cobrança pela intervenção na Enel e preocupação com casos de feminicídio.
- Thainara Faria descreveu os fatos como gravíssimos e afirmou que violam a legislação eleitoral, a lei de improbidade administrativa e a legislação criminal, pedindo apuração com urgência.
- Além da abertura do inquérito civil, a deputada solicitou ao Instagram a íntegra das publicações, com imagens e vídeos, para checar alcance e comentários; o governo de São Paulo não respondeu à imprensa até o momento, e a gestão de Tarcísio negou participação nas publicações, afirmando seguir campanhas institucionais em conformidade com princípios constitucionais.
A deputada estadual Thainara Faria (PT) pediu ao Ministério Público de São Paulo abertura de investigação sobre supostas irregularidades envolvendo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e publicações de perfis de fofoca que promovem ações do governo. A solicitação usa como base reportagem da revista piauí. A denúncia aponta possível desvio de finalidade em conteúdos promovidos nas redes.
As postagens, realizadas ao longo do mês anterior, teriam foco em quatro temas: inauguração de trecho do Rodoanel, redução do IPVA de motos, cobrança pela intervenção na Eletrobras Enel e preocupação com feminicídios. Os perfis somam milhões de seguidores e tinham, segundo a matéria, baixa tradição de veicular conteúdo político.
Thainara afirmou tratar-se de tema gravíssimo e que pode violar a legislação eleitoral, a lei de improbidade administrativa e o Código Penal. Além disso, solicitou inquérito civil e a íntegra das postagens ao Instagram para verificar alcance, imagens e comentários. O governo de São Paulo nega envolvimento e sustenta campanhas institucionais em conformidade com a lei. Fontes: CartaCapital e piauí.
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