- Flávio Bolsonaro disse que nunca costurou nem viajou o Brasil para ser pré-candidato, respondendo a questionamentos sobre possível candidatura de Michelle.
- Michelle Bolsonaro, à frente do PL Mulher, percorreu o país angariando apoios e mantendo costuras políticas para um espaço na chapa presidencial.
- Havia expectativa de que Michelle não fosse a primeira opção dentro da família; o planejamento tradicional seria manter o comando político com Bolsonaro e os filhos.
- Mesmo com a aproximação, Michelle continua alimentando o diálogo político: ela postou vídeo de Tarcísio de Freitas e curtiu conteúdo da esposa do governador.
- Pesquisas Quaest indicam avanço de Flávio, com ele citando índices maiores e destacando união da direita, mesmo que ainda haja apoio além da bolha bolsonarista.
Flávio Bolsonaro indicou, em tom indireto, que não pretende ter a candidatura presidencial como objetivo imediato, em resposta a perguntas sobre a hipótese de Michelle Bolsonaro concorrer ao Planalto. O senador afirmou que não costurou nem cruzou o país buscando esse posto.
A situação envolve a ex-primeira-dama, que atua como presidente do PL Mulher e tem viajado pelo Brasil para angariar apoios. Ela também recebeu apoio de políticos fora da família Bolsonaro, refletindo uma estratégia de ampliar adesões ao partido.
Michelle, apesar de não ser a primeira opção dentro do clã, é vista como figura que pode manter o documento político no comando familiar. O entorno de Flávio recorre à ideia de manter a coesão da base para evitar dispersões na direita.
Movimentações políticas
Flávio reforçou que não alimentará a polêmica sobre Michelle e afirmou que não mantém conversas com a madrasta desde terça-feira. Segundo ele, a postagem de apoio a Tarcísio de Freitas e a curtida a conteúdos relacionados não foram tema de discussão entre eles.
O pré-candidato também disse trabalhar pela união, defendendo a ideia de que diferentes nomes podem concorrer no primeiro momento, mas uma aliança amplificada é desejável no segundo turno. O cenário é apresentado como uma estratégia para ampliar o espaço da direita.
Pesquisas e cenários
Afirmou ter sinais de crescimento além da base bolsonarista. Segundo ele, pesquisas internas indicam números maiores do que os divulgados externamente. Em levantamento da Quaest, houve subida de seis pontos percentuais, com Lula em 45% e Flávio em 38% em eventual segundo turno.
O senador ressaltou que o desempenho passível de melhoria depende de ampliar o voto entre eleitores de centro, sinalizando a estratégia de ampliar o alcance político da candidatura. O tema segue em avaliação entre aliados, sem confirmação de alianças definitivas.
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