- Moraes autorizou que o Bispo Robson Rodovalho e o Pastor Thiago Manzoni preste apoio religioso a Jair Bolsonaro na prisão Papudinha, com frequência semanal.
- O atendimento pode ocorrer uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, de forma individual, com duração de uma hora, conforme as normas do presídio.
- Robson Rodovalho, de 70 anos, é bispo e fundador da comunidade Sara Nossa Fé, com presença em mais de 900 unidades no Brasil e atuação em outros países.
- Thiago Manzoni é pastor e deputado distrital pelo PL-DF, advogado formado pelo UniCEUB, com atuação pública voltada a pautas conservadoras.
- A decisão está relacionada à transferência de Bolsonaro para a Papudinha e delimita o formato do apoio religioso permitido.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a prestação de assistência religiosa ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão. O apoio poderá ocorrer uma vez por semana, de forma individual, com duração de uma hora, e deverá respeitar as normas do estabelecimento.
Podem realizar o acompanhamento religioso o Bispo Robson Rodovalho, fundador da comunidade Sara Nossa Fé, e o Pastor Thiago Manzoni, deputado distrital pelo PL-DF e advogado. A autorização é válida para a prisão da Papudinha, onde Bolsonaro está transferido.
Rodovalho, de 70 anos, é também criador da Rede Gênesis, emissora de conteúdo gospel. A trajetória inclui formação em física e atuação em movimentos cristãos voltados à juventude, como Mocidade para Cristo, no Centro-Oeste.
Manzoni, 42 anos, é pastor e deputado distrital pelo PL-DF. Formado em direito, atuou como analista político e possui atuação pública voltada a temas conservadores, com passagem por campanhas e redes sociais desde 2016.
A decisão de Moraes estabelece que o apoio religioso seja feito individualmente, às terças ou sextas-feiras, mantendo o limite de uma hora por sessão e observando as regras do presídio. Não foram divulgados outros detalhes operacionais.
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