- O Departamento de Justiça dos EUA investiga suposta conspiração de líderes de Minnesota para obstruir a repressão imigratória da administração de Trump; subpoenas foram emitidas para o governador Tim Walz e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey.
- Walz alegou, em postagem nas redes sociais, que o sistema de justiça está sendo usado para intimidar opositores.
- Frey afirmou que não se deixará intimidar e que continuará trabalhando para manter a cidade segura.
- A investigação ocorre após o tiroteio de Rene Good por um agente do ICE, que gerou protestos nacionais e levou a um aumento da presença de agentes de imigração em Minnesota.
- O caso marca uso incomum de poder federal para desafiar críticos democratas, com a expectativa de que as autoridades federais mantenham o andamento das diligências.
A Justiça dos EUA abriu uma investigação criminal sobre líderes de Minnesota, acusados de conspirar para obstruir a atuação da ICE durante a política de imigração da administração Trump. A apuração envolve o governador democrata Tim Walz e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey.
Segundo reportagens, a investigação representa o uso incomum do poder federal para desafiar dois críticos proeminentes da ofensiva migratória. A informação ganhou repercussão após a divulgação inicial pela CBS News.
Walz reagiu pelas redes sociais, afirmando que o governo usa o aparato judiciário contra adversários. Frey declarou não aceitar ser intimidado e reiterou o foco em manter a cidade segura e o Estado de direito como norte.
O Washington Post informou que a Justiça já emitiu subpoenas para Walz e Frey, com previsão de intimação nas próximas horas. A medida sinaliza a intensidade da apuração em curso.
A prisão de uma mulher atingida pela atuação de agentes da ICE em Minnesota há uma semana provocou protestos nacionais e transformou Minneapolis em polo de resistência. Autoridades de segurança desembarcaram em torno de Minnesota com milhares de agentes de imigração.
Especialistas e veículos de imprensa também destacaram divergências entre autoridades federais e estaduais sobre a investigação, com análises de vídeos de testemunhas que contestam o uso de força na ocasião. A narrativa sobre o caso segue sob escrutínio público.
Depoimentos de autoridades federais indicaram, em tom duro, a continuidade da apuração, sem adiantar desfechos. Três autoridades já enfatizaram que a segurança pública permanece prioridade ao lidar com a imigração e a ordem legal no estado.
Contexto recente de política migratória e defesa de ações da administração tem alimentado o debate, com defensores de linhas duras e divergentes entre esferas federais e locais. A apuração segue sem indicação de conclusão.
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