- A Lagoinha negou qualquer ligação com as investigações da CPMI do INSS e da Operação Compliance Zero, associadas ao Banco Master.
- O pastor Fabiano Zettel foi preso pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos e foi afastado de atividades ministeriais assim que surgiram as informações.
- A igreja informou que, desde novembro de 2025, Zettel não exerce função pastoral, não ocupa liderança institucional nem representa oficialmente a Lagoinha.
- A Lagoinha afirmou não haver indícios de uso da igreja em esquemas de fraude envolvendo o INSS ou o Banco Master e que a participação de fiéis em cultos não cria vínculo jurídico com a instituição.
- A nota foi divulgada no contexto de debates na CPMI do INSS; a PF investiga crimes ligados ao Banco Master, houve autorização de buscas e bloqueio de R$ 5,7 milhões, e a Lagoinha afirmou adotar medidas judiciais para proteger sua reputação e colaborar com as autoridades.
A Igreja Batista da Lagoinha divulgou uma nota oficial na quinta-feira, 15 de janeiro, negando qualquer ligação com investigações em curso. A declaração trata da prisão do pastor Fabiano Zettel pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos e desautorizou vínculos com a CPI do INSS e a Operação Compliance Zero.
A Lagoinha diz ter afastado Zettel das atividades ministeriais assim que surgiram as primeiras informações sobre a operação. Desde novembro de 2025, a igreja afirma que ele não exerce função pastoral nem ocupa liderança institucional.
A instituição reforça que não há indícios de uso da igreja em esquemas de fraude envolvendo INSS ou Banco Master. A presença de fiéis em cultos não configura vínculo jurídico ou administrativo com a instituição.
Contexto institucional e apurações
A nota menciona a CPMI do INSS, que investiga participação de igrejas e líderes em descontos indevidos para aposentados. Segundo o texto, o pastor André Valadão e o ex-pastor André Fernandes foram citados em requerimentos.
Na apuração ligada ao Banco Master, a Polícia Federal prendeu Zettel na segunda fase da operação. A investigação envolve o cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, com suspeitas de organização criminosa, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.
A decisão de Dias Toffoli autorizou buscas e bloqueou bens no valor de R$ 5,7 milhões. A Lagoinha afirma que adotará medidas legais para proteger a reputação e reafirma o compromisso com a legalidade e a transparência, estando disponível para esclarecer fatos solicitados pelas autoridades.
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