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Maierovitch: Bolsonaro não tem privilégios, mas não pode ficar em ala comum

Jurista afirma que Bolsonaro não tem privilégios, mas permanece sob custódia prevista em lei; tratamento diferenciado visa preservar integridade física

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  • Wálter Maierovitch afirma que Jair Bolsonaro está sujeito às regras da Lei de Execução Penal desde que entrou no sistema penitenciário, sem privilégios.
  • Segundo o jurista, o tratamento diferenciado por ser ex-presidente não é privilégio, mas uma medida de segurança prevista em lei para proteger integridade física.
  • Ele destaca que, por ter ocupado a Presidência, Bolsonaro recebe custódia diferenciada para evitar represálias, sem restringir direitos, e que o Estado é responsável pela proteção.
  • A pena não pode ser agravada acima do previsto na lei; eventuais mudanças, como prisão domiciliar, dependem de laudos técnicos sobre saúde e risco do prisioneiro.
  • O UOL News vai ao ar de segunda a sexta, às 10h e às 17h, com edições adicionais aos sábados e domingos.

Jair Bolsonaro continua sob as regras da Lei de Execução Penal desde o momento em que ingressou no sistema prisional, segundo o jurista Wálter Maierovitch. Em artigo veiculado no UOL News, ele afirma que não há privilégios para o ex-presidente, e sim medidas de custódia previstas em lei para proteger a integridade física e cumprir a legislação vigente.

Maierovitch explica que o tratamento diferenciado não configura privilégio, mas uma proteção exigida pelo Estado diante do cargo ocupado pelo ex-chefe de Estado. Ele aponta que, ao entrar no sistema penitenciário, Bolsonaro passa a cumprir as determinações legais de forma individualizada.

Para o jurista, a custódia especial existente é uma garantia do Estado, não um benefício ao cidadão. Em caso de risco, como rebeliões ou mortes, o Estado tem responsabilidade indenizatória e precisa proteger o preso.

Segundo o especialista, a pena não pode ser agravada além do previsto em lei. A possibilidade de prisão domiciliar depende de laudos técnicos sobre saúde e risco, e permanece como exceção, não regra. Médicos e peritos decidem tais avaliações.

O UOL News informa que o programa vai ao ar de segunda a sexta, às 10h e às 17h, com Fabíola Cidral e Diego Sarza, além de edições de fim de semana. Em paralelo, a cobertura sobre o tema segue com análises técnicas e oficiais.

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