- O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o acordo Mercosul-UE terá tramitação acelerada no Brasil para entrar em vigor mais rápido.
- A análise na Câmara depende da aprovação do Parlamento Europeu, que tem voto final em cada um dos 27 Estados-membros.
- Pelo menos 150 dos 720 eurodeputados já ameaçam recorrer à Justiça para impedir a entrada em vigor, em protesto ligado a agricultores.
- O texto prevê a criação de uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, com 720 milhões de consumidores e PIB superior a US$ 22 trilhões.
- A formalização do acordo entre Mercosul e União Europeia é vista como potencial impulso de crescimento, renda, empregos, investimentos e troca de tecnologias.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a tramitação do acordo entre Mercosul e União Europeia deve ocorrer de forma rápida assim que o texto chegar ao Congresso. Motta destacou que o tratado pode gerar crescimento, empregos e investimentos para os países envolvidos.
Motta fez a manifestação em publicação no X, declarando o interesse em acelerar o processo para colocar o acordo em vigor o quanto antes. O objetivo, segundo ele, é consolidar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo.
Chegada ao Congresso depende da aprovação do Parlamento Europeu. A decisão final ainda exige a anuência de uma maioria simples entre os 720 eurodeputados, com votações ocorrendo individualmente nos plenários dos 27 Estados-membros.
Poder do Parlamento Europeu pode frear o acordo. Ao menos 150 eurodeputados já sinalizaram que podem recorrer à Justiça para impedir a entrada em vigor, em meio a protestos de agricultores, principalmente na França, que temem prejuízos com a abertura de mercado.
O acordo celebrado visa formar uma das maiores zonas de livre comércio global, reunindo 720 milhões de consumidores e PIB superior a US$ 22 trilhões, segundo estimativas. A parceria envolve países do Mercosul e as 27 nações da União Europeia.
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