- Aliados de Jair Bolsonaro protagonizaram disputas nas redes, apontando um racha na direita bolsonarista após a prisão do ex-presidente.
- Flávio Bolsonaro afirma ter sido indicado pelo pai para a candidatura presidencial, posição que enfrenta resistência entre pragmáticos e no centrão, que pleiteiam Tarcísio de Freitas.
- A tensão ganhou corpo após Michelle Bolsonaro curtir vídeo de Cristiane, esposa de Tarcísio, que sugeria o Brasil precisa de “um novo CEO” para apoiar a candidatura dele.
- Michelle rebateu críticas, chamando o blogueiro Allan dos Santos de “ventríloquo” de alguém próximo a ele, acusado de atacar mulheres e interesses pessoais.
- Damares afirma que as divergências são de ideias e não de gênero, e acredita que o setor direitista pode se alinhar; há expectativa de que Michelle possa defender uma vice-presidência em chapa com Tarcísio.
Foi registrado um acirramento entre apoiadores de Jair Bolsonaro nas redes sociais na última semana. As brigas expõem um possível racha no núcleo da oposição bolsonarista após a prisão do ex-presidente.
Entre os protagonistas, aparecem Flávio Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas, cujos nomes disputam espaço na chapa palatável ao centrão. O impasse gira em torno de quem deve representar o bolsonarismo na próxima eleição presidencial.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, e Cristiane, esposa de Tarcísio, foram alvos de interpretações sobre apoio a candidaturas. A discussão ganhou contornos críticos com ataques públicos entre aliados. Allan dos Santos também participou, criticando a ausência de apoio a Flávio.
Contexto na corrida presidencial
Aos poucos, surgem leituras sobre quem pode liderar a frente de direita. Parte dos aliados sugere que Michelle defenda a possibilidade de ser vice na chapa que envolva Tarcísio. O governador tem reiterado planos de reeleição em São Paulo.
Flávio Bolsonaro respondeu a críticas, afirmando que não busca ser pré-candidato movido por interesses. Na prática, as declarações alimentam o debate sobre alinhamentos e estratégias futuras no movimento.
Reações e desdobramentos
Damares Alves defende que divergências fazem parte do processo, desde que não haja ataques à honra. Ela afirma que é normal a direita se reorganizar, sem que isso signifique desunião permanente.
O UOL buscou ouvir Michelle Bolsonaro, mas não obteve resposta até o fechamento deste texto. A reportagem continua acompanhando as informações sobre o tema e eventuais novas declarações.
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