Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Democrata visado por ataques de Trump, esforço para intimidar críticos

Slotkin acusa Trump de usar playbook autoritário para silenciar críticos, após FBI abrir investigação sobre vídeo com militares pedindo recusa de ordens ilegais

Elissa Slotkin at a hearing on Capitol Hill last year.
0:00
Carregando...
0:00
  • A senadora Elissa Slotkin, democrata de Michigan, está sob investigação por organizar e participar de um vídeo de 90 segundos com outros democratas pedindo aos militares que se recusem a cumprir ordens ilegais.
  • Slotkin afirma que Trump está usando um “playbook” autoritário para intimidar críticos e silenciar debates, incluindo pressão legal e física.
  • O vídeo cita o Uniform Code of Military Justice e alerta que ninguém precisa cumprir ordens que violem a lei ou a Constituição; Trump chamou a iniciativa de traidora.
  • Slotkin é ex-agente da Agência Central de Inteligência e teve atuação relevante em segurança nacional; na pauta, também defende propostas econômicas e de habitação para a classe média.
  • Enquanto isso, aliados democratas apresentaram planos para reduzir custos de moradia e expandir ações federais, enquanto Trump divulga medidas sobre habitação e política externa, gerando novo debate político.

Elissa Slotkin, senadora democrata de Michigan, afirma que o presidente Donald Trump usa um “playbook” de regimes autoritários para intimidar críticos e desencorajar quem discordar dele. Ela está sob investigação após organizar e participar de um vídeo com outros democratas.

No material, seis democratas com histórico militar ou de inteligência citam o Código Uniforme de Justiça Militar e dizem que não é obrigatório cumprir ordens ilegais. Trump chamou a mensagem de traiçoeira e chegou a sugerir, em redes sociais, que eles fossem enforcados.

Slotkin, ex-agente da CIA, disse ao Guardian que o objetivo é esfriar a liberdade de expressão e intimidar quem critique o presidente. Ela lembra ter vivenciado regimes autoritários em trabalhos anteriores e afirma reconhecer o padrão no cenário atual.

A senadora participou de operações militares anteriores e venceu eleições para manter o mandato em Michigan, incluindo uma reeleição em 2020 e 2022. Em 2024, entrou no Senado em um cargo disputado, com Trump vencendo o estado na eleição presidencial.

O caso envolve também outros nomes, como o senador Mark Kelly e três democratas da Câmara, levantando questões sobre a relação entre governo, militares e discurso público. A investigação é conduzida pelo FBI e envolve o Departamento de Justiça.

Slotkin defende ações de governo com foco em segurança nacional e redução de custos de moradia. Ela propõe medidas para enfrentar o déficit habitacional por meio de ações como o uso da Defesa de Produção para impulsionar a construção de moradias, além de declarar uma emergência habitacional.

Questionada sobre arrependimentos, a senadora disse não ter. Acrescentou que a divulgação do vídeo visava responder a preocupações de militares com ordens e situações no Sudeste, incluindo operações no Caribe e a atuação da Guarda Nacional nos EUA.

Além de políticas domésticas, Slotkin critica o uso do poder militar como ferramenta de demonstração de força. Ela apontou que o tema da democracia continua relevante para o cotidiano dos cidadãos, especialmente no contexto econômico e de moradia de salários médios.

Enquanto o debate sobre moradia domina a agenda, o governo analisa respostas legais ao caso em curso. A investigação busca esclarecer a natureza das mensagens e a eventual influência política sobre militares e funcionários públicos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais