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Deputados do Labour pedem a Starmer apoio à proibição de redes para menores

Mais de sessenta deputados do Labour pedem a Starmer apoio à proibição de redes sociais para menores de dezesseis, aumentando pressão sobre o governo

Keir Starmer is understood to want to wait to assess the evidence from the Australian ban that came into force in December.
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  • Mais de 60 deputados do Labour enviaram carta a Keir Starmer pedindo apoio à proibição de redes sociais para menores de 16 anos; voto ocorre nesta semana no Parlamento.
  • A Câmara dos Lordes deve votar uma emenda ao projeto de crianças, bem-estar e escolas que, se aprovada, imporia a proibição dentro de um ano após a lei entrar em vigor.
  • A carta, organizada pelo deputado Fred Thomas, solicita modelo similar ao da Austrália, com plataformas obrigadas a adotar medidas para impedir acesso de menores.
  • Os signatários representam uma grande faixa do Labour, de prioridades diferentes, e dizem que governos ao redor do mundo estão agindo para enfrentar o problema. Starmer já sinalizou ter abertura para a ideia, mas quer avaliar evidências.
  • Governo e opositores destacam preocupações sobre possíveis desdobramentos, como os usuários migrando para a deep web, e enfatizam a necessidade de mais evidências antes de avançar com a implementação.

More than 60 membros do Labour enviaram uma carta a Keir Starmer pedindo que apoie a proibição de uso de redes sociais por menores de 16 anos. A medida é debatida também na Câmara dos Lordes nesta semana, com a afiliada de legisladores pressionando pela mudança.

Os signatários incluem presidentes de comissões, ex-frontbenchers e deputados de diferentes alas do partido. Eles defendem que o UK siga o exemplo da Austrália e imponha limites de idade para acesso às plataformas.

A carta foi organizada pelo deputado Fred Thomas, de Plymouth Moor View. O texto afirma que crianças enfrentam ansiedade, dificuldade de concentração e perda de habilidades sociais, descrevendo um quadro de crise na juventude.

O objetivo é fazer com que as plataformas tecnológicas assumam responsabilidade pela aplicação das regras de idade, em vez dos pais, adotando um modelo semelhante ao australiano. A proposta aponta que a lei entraria em vigor um ano após a aprovação.

Starmer já sinalizou abertura à ideia, mas o governo prefere aguardar evidências antes de qualquer implementação. Duas questões centrais são o timing e a forma de fiscalização.

Nesta semana, os Lords votam um emenda ao projeto de bem-estar infantil e escolas, apresentada por John Nash. A emenda prevê a instituição de uma idade mínima para redes sociais em até 12 meses após a aprovação.

Apesar da posição cautelosa do Executivo, alguns pares do Labour devem votar a favor, independentemente das instruções da liderança. A decisão pode gerar tensões entre o governo e parlamentares da sigla.

Contexto internacional e reação pública indicam resistência com justificativas baseadas em pesquisa de impactos e riscos de deslocamento para a dark web. Entidades como a NSPCC também destacam preocupações sobre efeitos em menores.

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