- O deputado federal Gustavo Gayer afirma que a esquerda quer que a direita pare de falar nas redes sociais após a transferência de Bolsonaro para a Papuda.
- Segundo ele, há pedidos para sair das redes e evitar gravar vídeos, mas ele sustenta que é preciso se manifestar online para desgastar o governo atual.
- Gayer afirma que muitos parlamentares têm receio de abordar denúncias envolvendo Lula, a prisão de Bolsonaro ou o ministro Alexandre de Moraes, e acusa parte deles de serem infiltrados do PT para silenciar a direita.
- O ex-presidente Bolsonaro teriam pedido aos parlamentares que promovam a candidatura de Flavio Bolsonaro nas eleições de outubro, fortalecendo-o com informações sobre supostos escândalos do governo.
- O deputado diz que parlamentares de direita atuam nos bastidores, com reuniões, contatos com o centro e elaboração de relatórios para entidades internacionais, a Defensoria Pública do DF e a PGR; ele afirma que ao menos 160 deputados já assinaram apoio à prisão domiciliar de Bolsonaro e que um abaixo-assinado público será lançado em breve.
O texto reúne afirmações feitas por deputados de direita sobre o papel das redes sociais após a transferência de Bolsonaro para a Papuda. A fala central aponta uma percepção de que a esquerda pretende silenciar a direita online, segundo o parlamentar.
Ele informou que alguns parlamentares passaram a evitar certos temas nas redes, como denúncias envolvendo Lula, a prisão de Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes, mantendo o argumento de que o debate online fortalece a oposição ao governo atual. Segundo ele, a manifestação pública não seria sinal de fraqueza, mas de desgaste político contra o governo.
Bastidores da ala direita
Gayer afirmou que há reuniões entre esses parlamentares, com contatos a deputados de centro e a elaboração de relatórios para entidades nacionais e internacionais. Segundo ele, ao menos 160 deputados teriam assinado um documento de apoio à prisão domiciliar de Bolsonaro, com um abaixo-assinado online a ser divulgado.
O parlamentar também mencionou que a articulação busca derrubar o veto do presidente Lula à Lei da Dosimetria, que, na prática, pode reduzir penas de envolvidos nos atos do 8 de janeiro, abrindo a possibilidade de libertação de centenas de pessoas.
De acordo com ele, Bolsonaro teria orientado fortalecer o nome de Flávio Bolsonaro nas eleições de outubro, com a intenção de ampliar a comunicação sobre supostos escândalos do governo atual para ampliar o apoio popular.
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