- Portugal vota para escolher o presidente, com pesquisas mostrando três candidatos próximos de uma vaga no provável segundo turno.
- A pesquisa mais recente de Pitagórica aponta António José Seguro (Partido Socialista) com 25,1%, André Ventura (Chega) com 23% e João Cotrim de Figueiredo (Liberal Initiative) com 22,3%.
- Ventura, líder do Chega, aparece como favorito para chegar ao segundo turno, mas enfrenta rejeição superior a 60% entre eleitores.
- O Economista (EIU) avalia que um duelo Seguro vs. Ventura seria mais previsível, enquanto um confronto com Cotrim de Figueiredo seria mais equilibrado.
- Cerca de 11 milhões de eleitores estão aptos a votar; as urnas fecham às 19h, com pesquisas de boca de urna às 20h e resultados durante a noite.
Portugal realiza neste domingo a eleição presidencial, com votação em locais autorizados até as 19h. O pleito ocorre em meio a um cenário de fragmentação política, em que três candidatos aparecem próximos à segunda rodada, caso haja.
Segundo a última pesquisa divulgada, Antonio José Seguro (PS) lidera com cerca de 25% das intenções, seguido por André Ventura (Chega) com ~23% e João Cotrim de Figueiredo (Liberal Initiative) com ~22%. Os números indicam proximidade entre os candidatos, com margem de erro ainda relevante.
A votação ocorre em 11 milhões de eleitores aptos a votar, distribuídos por todo o país. A presidência, de rito principalmente cerimonial, pode, em situações excepcionais, dissolver o parlamento, convocar eleições antecipadas e vetar leis.
Entre os adversários, o Chega tem ganhado força desde as eleições parlamentares de 2023, quando o partido antiestablishment conquistou a segunda maior bancada. Pesquisas ressaltam o apoio sólido de base de Ventura, com rejeição elevada entre o restante do eleitorado.
A Reuters e outras agências destacam que, caso haja segundo turno, é provável um embate entre Seguro e Ventura, com Cotrim de Figueiredo apresentando um cenário mais equilibrado, porém dependente de alianças não previstas.
Outros oito concorrentes participam da corrida, incluindo Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD, e Henrique Gouveia e Melo, ex-coordenador da campanha de vacinação contra a Covid-19, com apoio superior a 11% em algumas sondagens.
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