- Raul Jungmann morreu neste domingo, 18, em Brasília, após lutar contra um câncer no pâncreas.
- O ex-presidente Michel Temer lamentou a morte e destacou que Jungmann serviu ao país em diversos cargos.
- Foi ministro da Defesa no governo Temer e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública; no governo Fernando Henrique Cardoso chefiou Desenvolvimento Agrário e Políticas Fundiárias.
- Durante o governo Temer, coordenou operações com base em decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autorizaram o emprego das Forças Armadas em estados com crises na segurança pública.
- O Instituto Brasileiro de Mineração, da qual era diretor-presidente desde 2022, confirmou a morte; Jungmann deixa dois filhos e uma neta, e velório/cremação serão restritos a parentes e amigos em Brasília.
Meio político lamenta a morte do ex-ministro Raul Jungmann, confirmada neste domingo (18) em Brasília. Jungmann lutava contra um câncer no pâncreas e chegou a deixar o hospital em dezembro, mas foi internado novamente no sábado (17). A informação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mineração, onde ele era diretor-presidente desde 2022.
O ex-ministro teve atuação marcante no governo federal. Em sua passagem pela Defesa, comandou o Ministério da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.
No início de 2018, Jungmann coordenou operações com base em decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), autorizando o emprego das Forças Armadas em estados com crises de segurança. O ex-ministro deixa dois filhos e uma neta. Velório e cremação ocorrerão em cerimônia restrita a parentes e friends em Brasília.
Trajetória pública e quadro recente
Durante sua carreira, Jungmann ocupou cargos-chave em diferentes esferas. Sua passagem pela Reforma Agrária e pela Defesa foi marcada por debates sobre segurança pública e políticas agrárias. A atuação em políticas fundiárias também foi destaque em seu histórico.
O anúncio de luto partiu do ex-presidente Michel Temer, que classificou Jungmann como um brasileiro que soube servir ao país. Temer ressaltou que Jungmann deixou sua marca em cada função desempenhada, destacando o período na Defesa e na Segurança Pública.
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