- Um grupo de ativistas interrompeu um culto dominical na Cities Church, em St. Paul, Minnesota, protestando contra o ICE e o pastor que atua no órgão.
- Manifestantes, ligados à Racial Justice Network e ao Black Lives Matter Minnesota, afirmaram que um dos pastores, David Easterwood, lidera um escritório local do ICE na cidade.
- O culto foi encerrado após a interrupção; o grupo gritou “ICE fora!” e pediu justiça para Renee Good, mulher baleada por um agente do ICE em janeiro.
- O Departamento de Justiça informou ter aberto uma investigação por possíveis violações criminais da lei federal, destacando que um local de culto não é espaço para protesto.
- A identidade de David Easterwood como diretor interino do ICE em St. Paul é mencionada por alguns veículos e pela Associated Press, mas há cautela sobre confirmação independente.
Um grupo de ativistas interrompeu um culto dominical na Cities Church, em St. Paul, Minnesota, EUA, protestando contra o ICE. Os manifestantes pertencem a redes ligadas ao Black Lives Matter e à Racial Justice Network. O pastor sênior não foi identificado como alvo direto, mas é citado como ligado ao ICE local.
A interrupção ocorreu durante a celebração religiosa, levando ao encerramento do culto. Os manifestantes gritaram mensagens contra o escritório de imigração que atua na cidade, enfatizando a cobrança por justiça para uma mulher morta após um confronto com um agente do ICE em janeiro.
O Departamento de Justiça informou que abriu uma investigação sobre o caso, avaliando possíveis violações da lei federal. A agência destacou que locais de culto não devem ser usados para manifestações de protesto que interrompam serviços.
Investigação do Departamento de Justiça
Segundo a equipe jurídica do DoJ, as ações dos manifestantes podem configurar violações criminais e civis previstas pela primeira emenda, dependendo das circunstâncias. A comunicação sinalizou que o processo segue sob apuração para esclarecer responsabilidades.
A Casa Branca reagiu por meio de sua porta-voz, ressaltando que o governo não tolera intimidação contra cristãos em locais de culto e que a investigação é abrangente. Fontes oficiais indicaram que o DoJ está avaliando o episódio com rigor.
A procuradora-geral assistente para Direitos Civis afirmou que o DoJ investiga possíveis violações, sem confirmar nomes. Ela ressaltou a proteção de espaços de culto e indicou que medidas legais podem ser adotadas quando houver ataque a instituições religiosas.
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